.feed-links{display:none !important;

Total de visitas

sábado, 23 de março de 2013

Inferno no Jardim 1º CP 23/03/13

Inferno no Jardim
Projeto Força de Ler
Senisio Antonio.
37980-000 – Cássia MG
Reg 532.564 l 1012 F 164
Responsabilidade pela revisão:
Maria Aparecida Marangoni
Educador do colégio São Gabriel
Ano 2011
É proibida a reprodução total ou parcial desta obra.
Por qualquer meio e para qualquer fim, sem a autorização prévia, por escrito, do autor.
Obra protegida pela Lei de Direitos Autorais
Apresentação
O criador encontrava-se só e chegando para si um sono do qual ele jamais havia imaginado ter.
Esse sono é de tamanho particular que não percebe o quanto dorme, seu sono era tão forte que fez ficarem vários tempos, (dias) dormindo profundamente.
Ele não imaginava que tinha todo poder de fazer o que quisesse para sua melhora ou de seu mundo, ele via o quanto estava só, além disso, percebia o quanto sua vida era sem sentido e sem graça, mas ao dormir sonha com um mundo novo para si.
Ao acordar começa construir seu novo mundo e ele passa a existir.
Índice
Apresentação 5   Sinopse.. 9  Foi através. 11  Com o passar  19   Agora sim  25  Tinha  35 Estando ele 39  Em seu novo  45  Os longos e longos 53  Passados se longos 59  Estando o senhor  71  O tempo agora 77  Passaram tantos  83   Passa se então 89  Em meados 9  Eis que 105 O tempo ia se 115   Parte Final.  129

Do Autor....
Meu Professor Minha Vida==Contexto Espiritual==Sonho de Uma História Sem Sono===
Contexto Espiritual 1===Contexto Espiritual 2===Anotar de Minha Infância===Inferno no Jardim===Seu Beija Flor===Saga Amor e Ruína===Raio de Luz Ninho de Amor.====Um Homem Uma Vida===Minha Musa Alma Gêmea====
Inferno no Jardim



Sinopse
        Como é bom sonhar, sendo um sonho de descobertas é muito melhor.
        Pois tanto o sonho de um solitário que não mais quis ficar só, que fez após seu sono com seus sonhos um novo mundo para si.
Este mundo foi sonhado por um criador e este criador estava dentro do sonho de uma criança que ao despertar do sono, se alegra em lembrar-se de seu sonho e quer dividir com alguém.
E para ser o primeiro a ouvir o imaginário sonho da criança nada melhor que sua própria mãe.
Sendo um sonho bom praticamente este alimenta o espírito do ser vivente que o sonhou.
Dentro do sono da criança ele via um ser maior e esta criatura nada mais era que seu próprio criador.
De tanto permanecer em seu mudo sem nada este individuo passa por um sono e neste sono que teve sonhou para si um mundo novo
Chegou para ele um sono do qual  nunca havia imaginado ter, esse sono é de tamanho particular que não percebe o quanto dorme.
O sono era tão forte que fez ficarem vários tempos (dias) profundos.
Estando ele dormindo começa então a delirar com muita tristeza, qual também ele nunca tinha imaginado ter dentro de si.
Com aquele sono da se uma tremura em seu corpo e os batimentos cardíacos triplica-se., fazendo assim suar frio como uma geleira, por tempos (dias) fica somente dormindo sem ter nenhum sonho bom ou ruim dentro do sono.
E agora aquele sonho dentro do sono estava sendo muito perturbador; mas gostoso, pois fazia ver tudo de errado que tinha feito para si, mas rapidamente vem um sonho de um mundo maravilhoso, que ele jamais conheceu e por isso ao acordar começa a colocar em pratica o que havia sonhado, fazendo do planejar o permanecer..

Inferno no Jardim
Inicio

F
oi através de um sonho, de um que vivia completamente solitário.

Dentro de um vácuo sem tamanho e sem fim.
Neste vácuo ele vivia, ali, sem ter luz e sem visão de nada.
A não ser somente um breu em sua frente.
Neste oco profundo em que estava habitando, não tinha se quer uma alma, a não ser a dele.
Ali existia então ele e somente ele, nada mais que ele.
Ele nem sabia o que era luz ou vida além da sua.
Permanecendo ali sempre só e sem ao menos saber quem era.
Aquele oco por ele habitado era de uma imensidão incalculável.
Ele nem imaginava que aquele mundo em que estava vivendo fosse sem fim.
Pois não via nada à frente a não ser escuridão e um grande oco abaixo dos pés.

Também nunca ficara triste ou aborrecido por causa daquilo.
Como também não conhecia alegria muito menos sorriso.
Pois tinha construído aquele mundo, daquele jeito para seu viver e permanência para si.
Da mesma forma nem sabia o que era um hino, ou tinha algum tipo de lamento.
Vivia ali e nada mais.
Para ele que vivia só naquele mundo estava bom e nem pensava em melhorar.
Pois também não sabia o que era isso.
Dentro daquele cavo que não se via nada a não ser ele e um grande abismo ao leu.
Sem um brilho ou ponto de luz para definir o que era aquilo em que estava vivendo ali ele vivia.
Como ele tinha acostumado a viver ali.
Nem imaginava outra coisa onde pudesse
Viver melhor.
Somente estava vivendo ali porque tinha feito daquele jeito, nunca arquitetara antes, algo diferente.
Então permanecia ali sem mesmo saber;
O que era dormir.
Também não sabia o que era isso.
Vivia completamente com seus olhos fixos no escuro.
         Sonhar ou ter algum tipo de visão, jamais imaginária que pudesse ter um sono e sonhar com visões.  
Estava dentro de seu mundo.
Vivendo e nada mais que vivendo.
Aquela cavidade sendo somente por ele habitada.
Ali mais nada existindo nem se quer percebia que havia respiração; dentro de si.
Nem mesmo ele sabia o que era isso. 
Estava vivendo ali tendo uma respiração.
Mas sem saber que tinha e como dentro de seu mundo não havia outra vida.
Não poderia ele perceber que suas narinas buscavam um ar que nem sabia que existia.
E com isso os longos e longos (anos) iam se passando e ele nada de perceber que tinha respiração.
Aquela respiração que fazia com que ele permanecesse vivo dentro daquele mundo.
“Ele não imaginava que tinha todo poder de fazer o que quisesse para sua melhora ou de seu mundo”.
Vivia ali sem ter razão e sem saber quem era.
Sem sombra de duvida,
Ele existia só,
Pois nada além de sua vida existia dentro daquele oco desocupado.
Estando ali dentro do vácuo e olhando o que não havia ficou cansado de estar só.
E a cada momento ia se cansando da não existência de nada.
Passou então a procurar dentro de si mesmo uma forma de descansar.
Daquele peso de olhar o nada.
Fitando se os olhos em algum lugar do nada com mais força.
Começa então a cansar ainda mais seus olhos.
Seus grandes olhos começam a pesar e não mais param abertos.
De tanto cansaço começa a bocejar abrindo e fechando a boca sem parar.
As pestanas se encontravam uma a outra e os olhos ficando em sangue e coçando sem parar.
Já não mais sustentando o cansaço e sono que nem mesmo sabia que tinha.
Passa se então buscar a formula de adormecer para seu descanso.
        Então começa a fechar vagarosamente os olhos e adormece profundamente.


Chega para si um sono do qual ele nunca havia imaginado ter.
Esse sono é de tamanho particular que não percebe o quanto dorme.
O sono era tão forte que fez ficarem vários tempos (dias) dormindo profundo.
—Agora estando ele dormindo começa então a delirar com muita tristeza, —
Qual ele nunca tinha imaginado ter dentro de si também.
Com aquele sono da se uma tremura em seu corpo e os batimentos cardíacos triplica-se.
Fazendo assim suar frio como uma geleira.
Por tempos (dias) fica somente dormindo sem ter nenhum sonho bom ou ruim dentro do sono.
Muito tempo passasse estando ele dormindo surge se então o primeiro sonho dentro do sono.
Um sonho que nunca soube o que era, pois nem mesmo imaginava que poderia ter sono.
E agora naquele sono tinha sonhos os quais estavam pondo ele em apuros.
Via o quanto estava só, além disso, percebia o quanto sua vida era sem sentido.
Vivia simplesmente por viver.
Então aquele sonho dentro do sono estava sendo muito perturbador;
Pois fazia ver tudo de errado que tinha feito para si.
         Então que seria o certo para ter e viver.
         Achava agora muito estranho uma vida naquele mundo de existência, onde só existia ele e o tremendo vazio por toda a parte.                                                                               O sonho o fazia ver tudo isso, um sonho que mostrava o quanto era ruim viver completamente isolado de uma existência que ainda não existia.
Aquela existência em que estava vivendo era simplesmente ele e seu mundo sem nada um oco profundamente vazio.
Continuamente sonhava e permanecia em confusão de pensamentos.
Os quais estavam colocando em tristezas, e sentindo agora uma solidão.
Que nunca tivera em toda sua existência.
         O sono em que estava tendo pela primeira vez em sua existência era tão forte e pesado.
Que nada a fizesse retornar ao oco ou talvez não quisesse voltar para não ter de enfrentar a solidão.
Que ali existia..
E que agora para ele seria visível.
Então quando dava de acordar imediatamente fechava os olhos e adormecia novamente, mas o sonho que tinha não era um sonho bom, era o sonho mais perturbador que se possa ter.
Dentro de um sono.
Seu sonho era de desgosto e aflição por ver que tinha feito um mundo de não existência de vidas.
Sentia se crucificado por ver um vácuo e sendo ele o único vivente daquele oco.
Agora desejava muito ter alguma coisa para seu melhor viver.
Já não mais queria viver tão solitário como estava vivendo.
Aquilo tudo estava vendo e sentindo dentro de um sonho.
Sentia-se que se mudasse a vida da que levava poderia depois sonhar melhor.



Como fazer para mudar seu mundo, seu viver; e não mais ser um solitário dentro de uma não existência.
A não ser a sua e a de um vago. 
Com aquele sono em que estava tendo pela primeira vez em toda sua existência e mesmo com aquele sonho um pouco horrível continuava dormindo.
Mas dentro deste sono via no sonho que tinha algo a fazer.
         Seu sonho desesperador a fazia tremer e se sentir ainda mais só do que antes.
Tinha se então uma única esperança ali naquele sono com seu sonho.
Buscava uma resposta para fazer o que a de melhor para ele em seu mundo totalmente vazio.
O sonho então dá uma trégua por um bom tempo e passa a ter somente sono.
Passado bastante tempo começa então a ter outro sonho dentro do mesmo sono.

Não tem aqueles calafrios e nem mais seu coração estava batendo tanto como antes, agora dormia tranquilamente.
Sendo um sono profundo e com um sonho mais tranqüilizador para sua mente, só não sabia o que estava acontecendo dentro do sonho.
         (Sem saber o quanto dormiu depois de certo tempo) (dias) acorda agora descansado e depara com seu mundo a frente e vê o quanto é ruim sem ter visão de nada.
Não se via sequer um palmo à sua frente.
         “Mas desde então, de tempos em tempos ele dorme, agora tem em sua vida uma coisa chamada sono”.
E o sono que se dorme sendo ele profundo ou não tem seu sonho.
Por várias vezes sonha com o desespero de estar só ficando angustiado e triste.
         Também sonha um sonho bom o que poderia mudar tudo.
Dentro daquela imensidão do nada.


Capítulo 2

C
om o passar dos tempos eis que estando ele dormindo têm em seu sonho, visões e estas visões são claríssimas para ele.
Começa então a ver coisas lindas e belas dentro de seu sonho as quais poderia ter para ele.
E dentro daquele mundo não existido poderia ter tudo que desejasse.
Ou que fizesse bem a si.
Assim não mais viveria completamente só bastaria então retornar do sonho e colocar em pratica e fazer o que o sonho dentro do sono estava lhe mostrando.
Seria então a melhor coisa a se fazer.

E como ele tinha todo poder de mudar e é quem manda não haveria dificuldade de executar o que o sonho estava lhe transmitindo.
Poderia sim criar o que quisesse.
As visões dentro do sonho agora eram muito boas e claríssimas,
Não mais soava frio e nem tremia como vara verde nem tinha pesadelos
Sabia ele agora, que era completamente viúvo, mesmo tendo aquele vasto infinito percebia então que não tinha nada.
Sem nem mesmo saber direito como ele era ou mesmo saber o que era vida.
E dentro daquele vácuo da existência, que existia que por ele mesmo fora criado,
Sendo feito somente para
Ele.                 
         Passou então a ter grandes visões de demonstração no sonho.
Em que estava tendo no sossegar do sono profundo.
As quais ele faria assim que retornasse daquele sono.

Ao penetrar profundamente naquele sono sem trégua, passa então a imaginar dentro do sonho que estava sonhando em seu descanso.
Como iria fazer as coisas que á visão dentro do sonho estavam lhe mostrando.
Suas visões no sonho eram completamente visíveis.
Mas deixava um pouco assustado com o que via, ali naquele sonho tinha de um tudo para melhorá-lo da sua existência.
 E com isso ainda mais ficava com raiva da sua existência do não ter nada.
E agora ali estava à solução para o finito de seus pesadelos de estar sozinho, via então tudo certinho.
Sendo planejado pelo sonho e deixando claro em visão para ser executado.
Seus pesadelos foram tão fortes e monstruosos que não sabia como ia pôr um fim naquilo que estava passando, sendo o maior pesadelo,
A solidão.

         Estando descansando sonhava com aquelas lindas obras e se tornava ainda mais perfeita a seus olhos.
Mesmo sendo dentro de um sonho.

Já não era mais pesadelos e sim uma imensa alegria por saber que agora poderia ter o que quisesse para seu viver melhor.
Poderia, sim, construir o que quisesse dentro daquele vácuo de não-existência que vivia.
E quando

Seria a saída daquele sonho do seu sono agora calmo e de descanso?
Seu sonho demonstrava a sua visão, na mais perfeita ordem um mundo novo para ele, onde viveria para o todo sempre.
         Assim foram longos e longos “(anos)” dormindo e sonhando com seu novo mundo.
Até que dá um tempo “dia”
Fora do sono e passa de fato a imaginar a realidade de se construir o mundo novo.
Aquele mundo que sua visão teve dentro daqueles mais profundos sonhos dentro de sonos e mais sonos em que teve.
Então passou a imaginar aquele vácuo cheio de muitas obras belas e luxuosas para seu gosto refinado e não mais somente ele, dentro daquele oco sem tamanho.
                                     
Sente vontade de começar a obra para seu novo mundo e por em pratica as obras, das quais sonhara.  
Mas continuava fixo olhando sua criação sem nada, então começa a lembrar dos malditos pesadelos de solidão.
         Enfurecido com seus sinistros pesadelos, ai então passa a imaginar como seriam terminados aqueles pesadelos de solidão.
Na imensidão de sua criação olhava e se sentia ainda muito só, tendo ele feito aquele vasto infinito sem nada dentro, a não ser ele mesmo.

         Como poderia então estar maravilhando com aquilo que fizera estando completamente só?
Eis que em uma vista vem em sua defesa.
Da qual tiraria seu sofrimento de angustia por estar só.
         E com aqueles malditos pesadelos de solidão já não tinha o sossego desejado.
Os pesadelos causavam grande aflição dentro de si e faziam ainda mais sofrer.
Olhando o imenso inabilitado que criou e estando sós.
Sentindo não ter o efeito, do qual esperava para seu viver.
 E ainda mais tendo aqueles pesadelos.
Os quais estavam fazendo-o sofrer, notando que não existiam sons, não havia sopro.
         Muito menos tinha ali vida além da sua...
Era então uma criação, que ele já não mais queria para seu viver.
Ora pensava em terminar, ora em destruí – lá, mas para destruir aquele oco vazio tinha que exterminar sua própria existência.

E era uma coisa que ele nunca faria.
Jamais terminaria com sua existência.
Se não conseguisse fazer o que sua visão viu no sonho dentro do sono viveria daquele mesmo jeito, mais não ia colocar fim no que havia criado.

Mesmo tendo agora solidão mais forte, do que o que tivera antes do sono, o qual teve.
O sonho ruim e logo teve o que a de melhor.
Agora sim ele sabia que se não construísse um novo mundo teria que suportar o imenso mundo vazio que fizera e não ia mais suportar o que vivia antes do sonho.
Por não ter nada, tendo ali somente ele dentro de um abismo que ele mesmo fez para si.
E os malditos marasmos o não deixavam em paz, a solidão e a tristeza já o faziam fraco.
 E passando então por aquela situação e sem definição certa para o que seria correto a se fazer.

         E quanto mais ele tentava mudar, o jeito de pensar mais os falsos pesadelos os perturbavam.
Dentro daquele olhar fixo ao nada sente ainda mais desejos de preencher o vazio em que vivia.
E aquele pesadelo ficava ainda mais forte e ia enfraquecendo o, a angústia o consumia por dentro.
Quanto mais tinha solidão, mais o desejo de construir um novo mundo batia em seu peito e a mente mostrava pela visão as coisas belas.
 O sonho que teve quando estava em seu tempo de descanso, mais o fazia querer construir aquela imensidão sem nada em um grande feito.
Passava todo tempo, sem ter, um tempo definido, continuamente triste de não ter nada, a não ser o grande imenso vácuo, com sua presença ali.

Cansando de tanto estar fixo ao nada, agora ia definir tudo para sua existência.

Capitulo
3

  
gora sim!
Então começa verdadeiramente o sinal do nada.
Para se tornar em tudo. 
Sendo que do nada viria o tudo perfeito.
O inicio daquilo que talvez tivesse imaginado para sua benevolência de existir.
Dormiu por longos e longos, (anos) sem saber que estava dormindo, pois o sono era mais forte que a sua própria existência de vida.
E sem ter o que chamaria de tempo.
         Dentro daquele profundo sono, surge se as visões dentro daqueles sonhos lindos de existência.
Que poderia construir dentro daquele imenso vácuo e escuridão.
Passa ver dentro de seu mundo somente coisas boas e belas vindas de sonho que teve durante aquele sono intenso.
Coisas, como um grande clarão e como seria aquele clarão, passou então a planejar como faria o claro para iluminar aquele vazio de tamanha dimensão.

De onde tiraria aquela luz forte e que iluminaria aquele grande vácuo onde estava sem ver nada a sua frente.
E a visão dentro do sonho ainda trazia até seu pensamento brilhos de todas as espécies; e muito mais.
Permanecia então dentro de seu pensamento a visão que teve e viu seu sonho lindo, o sonho de ter tudo em perfeita harmonia.
Já não era mais um pesadelo e sim definições do que teria que fazer para preencher aquela cavidade em que tinha feito sem nada dentro. 
E sentindo que era muito bom aquilo em que estava vendo, permanecia deslumbrantemente em contato com seu sonho e trazendo até seu pensamento as visões que teve.  

Para definir certinho ao começar a realizar o que esteve sonhando.
Por este sono via todo seu sonho.
O que deveria fazer ao voltar da viajem, que permanecia com o seu pensamento e olhar fixo ao nada.
         Dentro daquela visão estando a olhar fixamente ao leu, percebeu então que dentro do sonho havia luz, havia líquidos, tinha massa firme e também dentro do sonho havia grandes margens esverdeadas.
Agora ele via sobre a massa firme, coisas altas e baixas,
Também dentro do sonho teve visão de algo voando em cima da massa firme.
Teve visão também, dentro do sonho, de seu sono milhares e milhares de coisas andando por todo o vácuo preenchido, sendo agora de massa firme.
Mesmo que ainda em pensamentos.

Estando ele buscando tudo que tinha visto dentro do sonho, agora tinha completamente a idéia do que haveria de fazer para preencher aquele tremendo vácuo de não-existência.
Seu pensamento era tão profundo, mas gostoso que permanecia em estado de choque, nem mesmo assim pensava em desistir de não fazer o que sua visão tinha lhe mostrado dentro do sonho.
Pois a vida que levava não mais tinha sentido.
         Sem aquilo que viu em seu sonho não dava mais para continuar a existir.
Precisava então colocar o que esteve sonhando em prática, separando cada coisa em seu lugar.
O que deveria fazer e construir primeiro.
Assim em seqüência até o termino de seu sonho.  

Estava tão maravilhado com seu novo mundo, que nem se preocupou mais com seu passado de solidão.
Pois estava imaginando o poder que tinha e que ia usar para construir o mundo novo para sua existência.  

Durante todo o tempo em que estava dormindo, via tudo nas mais perfeita ordem, belezas e maravilhas que haveria de construí-las para seu uso exclusivo.

Dentro daquela existência não havia tempo e o tempo (dias) não era nada.
O tempo não tinha tempo.

Por isso permaneceu por longos e longos “(anos)” dormindo e sonhando e dentro do sonho teve as melhores visões em que nunca pensou ter.
Nem mesmo o que esteve sonhando de ruim agora ia o fazer sair daquele desejo de construir o novo mundo.
Então continuava organizando suas visões no pensamento para que, ao iniciar a construção do mundo novo, não errasse. 
Ele iria fazer tudo na escala como definiu seu sonho.
Colocando assim um atrás do outro, para que quando fosse construir saberia direitinho por onde começar.
E iria executar a obra.
Tarefa por tarefa para construir cada uma do jeito que viu em seu sonho.
        
Sua construção não poderia ser feito de uma só vez.
Por isso organizava os mínimos detalhes para não errar.
E para não ter coisas não construídas.
Dentro daquele sono estando sonhando, via se tudo com clareza e que para ele não poderia cometer erros ao construir.

 Pois era a coisa mais linda que ele iria fazer para não mais ficar só.
E não ter mais aqueles pesadelos horríveis e torturadores dentro de sua existência sem nada.
Queria seu novo mundo cheio de tudo que teve a visão dentro do sono com seu sonho.

Sabia ele agora que, não mais haveria solidão e pesadelos de não ter nada.
         Pois, já tinha sonhado e imaginado o que iria fazer e sua construção seria tudo conforme sua imaginação e a visão que teve dentro daquele sonho.
Também construiria tudo dentro daquele universo que habitava completamente só, antes de ter pesadelos de viver só, nem imaginava que poderia ter um sonho que pudesse mostrar-lhe coisas belas.

O maravilhoso sonho e as visões, agora satisfaziam suas ansiedades, os apuros que estava vivendo antes da visão, agora não mais o perturbavam.
As visões estavam fazendo o, se sentir bem e não mais só;
Sente vontade de iniciar a construção de seu mundo novo.
“Até mesmo isso nunca tivera em toda sua existência de vida solitária, vontade” agora o sabia o que era isso.
Vontade de ter, querer e poder fazer o que viu em seu sonho.

Terminado o tempo (dia) por ele determinado para analisar o que se propôs a visão do sonho dentro do sono que teve.

Dá-se então o momento exato de começar a construir o mundo novo em que viu dentro do sonho. 
Parando de pensar por alguns segundos.
         Eis que surge em sua frente à funesta escuridão e o grande precipício que tinha construído,
Antes do sono com seus sonhos.
Vem então a ele à saudade do sono e de seus sonhos, percebe-se que não tinha feito nada de importante dentro de sua existência.
          E também descobre o que era estar sozinho, mas agora um pouco mais feliz e aliviado.

Havia tido visões dentro de sonhos em seu sono, dos quais ele colocaria em pratica sua execução de construir.
Com o que haviam sonhado e anotado nos mínimos detalhes começaria a executar o projeto, só faltava definir por onde começar.
Ele tinha em mente como seria a criação de tudo, e em pensamento toda arquitetura da construção definida com os mínimos detalhes. 
         Porem só faltava então iniciar e era o que ia fazer agora.   Dá-se então!
         A sabedoria, com toda inteligência que já, mas a tivera em seu pensamento.
E eis que surge a idéia de criar a claridade em primeiro.

Ali era tão breu que nem via a criatividade se ele o a fizesse.
E sem demora, no entanto coloca se de pé e em seguida vai se esfregando uma mão na outra, com toda sua inteligência usando a capacidade do querer ter poder assim elas se esquentaram.

E foram fazendo um imenso calor e este calor foi formando fogo.
Um fogo muito forte o qual ele percebia que era de queimar tudo que existisse em sua frente.
Mesmo assim viu e sentiu que era bom.
Continuou a esfregar as mãos uma a outra, com isso o fogo ia ficando sempre mais forte.
Fazia o fogo tornasse em uma bola gigante.
Sendo o fogo formado em forma de uma bola ergue se um pouco e assopra por baixo fazendo assim com que ele fosse para aquele grande espaço a cima.

Faz se a luz com o poder das mãos e o fogo e coloca em alturas totalmente desconhecida, alguns anos luz.
O breu então clareava com a imensa bola de fogo suspensa, esta bola de fogo permanecera rodando para o todo sempre.
Já mais será permitida ida e volta ate o fogo, que por ele foi construído sendo então este o claro.

E este é o mais forte brilho da existência e jamais outro fará igual e nem destruirá, pois jamais terá poder sobre aquele que os criou.
Criou então o claro que é assim fora chamado por ele o dia..
Vendo então que brilhou e ficou bonito e passando a ver o grande oco em que se encontrava a baixo.
Via então que nada existia mesmo de fato ali e era uma profundidade desmedida, a qual ele nem mesmo sabia o quanto era vasto.
Agora sim teria mesmo que colocar ainda mais rápido suas visões de sonhos em execução.
E sem aquela escuridão que já estava acostumado, seus fixos olhos doíam e como viveria então com aquilo agora, a cima flutuando e sem parar de brilhar.
Pois sua nova criação era de tamanha grandeza que poderia queimar seus olhos.
Além de queimar seus olhos, também queimaria tudo que ele fizeste em baixo.
Pois era tão forte que destruiria qualquer objeto que colocasse em sua frente.

Volta então a recordar de seu sonho, o qual viu brilhos menores e algumas partes escuras.
Sem saber onde os colocaria, teve se a idéia de parar o brilho do fogo por um determinado tempo.
E voltou novamente o breu de antes, uma escuridão que até mesmo ele ficou um tanto perturbado da proporção que era ruim.

 Retira da palma da mão grãozinhos em formas de areia e lança no espaço.
Fazendo então os brilhos menores de matérias sólidos, mais sem vida.
Com o brilho imenso do fogo batendo nos grãozinhos tornando se assim refletores do fogo dando um brilho muito bonito.
Agora eles sendo como um espelho buscando a luz do fogo.

Estes pontos sendo lançado no imenso escuro tornando se o breu, com pontos de iluminação por toda a parte.
        Criou se então astro, e vários pontos de luz por todo o universo suspenso.
Por mais que se estude, jamais descobriram como foi feitos e lançados ao cavo da existência.


Capitulo
4

T
inha ele pelo sonho de seu sono demorado.
Visões em sonhos que tudo se poderia fazer para melhorar a sua permanência na existência.
Tendo já claro e breu e seus claros de todas as espécies se maravilhava ainda mais com o fato de ter, o poder sobre tudo.

Mas estava ainda não satisfeito com aquela criação.
        
Cada tempo “dia” sendo passado queria agora mesmo construir e ter coisas belas para si.
Vendo que o vazio ainda permanecia e os brilhos flutuavam sem parar, tanto no breu em que fizera como no claro de fogo intenso.
Senta se em cima de suas pernas e fica olhando de como ficou bonito aquilo em que fez.
Buscando novamente na lembrança de seu sonho a visão que teve.
Encontra se a solução para o que tinha visto dentro de seu sonho naquele sono pesado e duradouro.
         Então jogasse saliva nas mãos e fechando se as mãos como uma cabaça e movimenta rodeando de um lado para outro, fazendo assim uma bola de uma massa de muitas cores.
Joga se aquela bola a baixo a seus pés e a imensidão da existência do oco é preenchida em partes.
Esta massa com o calor do fogo que vem, começa então a secar tornando-se a sólida.
Cria se então a piso.
Já mais descobriram de onde tirou a primeira massa e as tornou em matéria sólida.
         Ali estava agora uma parte de seu mundo que começava a ser preenchido.
Vendo que fez um corpo sólido deu o nome de chão, mas completamente sem nada por dentro.
Então lembra se da visão que teve dentro do sonho e procura preencher o corpo sólido com pequenas outras coisas.
E novamente lembrou-se do magnífico sonho e a visão de ter visto vários brilhantes dentro do corpo sólido.
Com os dedos retira da palma da mão esquerda uma porção de grãos brilhantes e esparrama por todo o corpo sólido.
E os grãos caíram penetrando dentro do corpo sólido tornando se mais duro que o próprio corpo sólido.

        Assim surge se os pedregulhos e algumas delas com brilhos diferenciados.
         Criando se então metal amarelo, pratas e todo tipo de brilhantes, como também todo tipo de pedras no meio do corpo sólido e também a cima.
Grande parte delas está escondida aos olhos até que sejam feitas suas descobertas.
Ainda sim não satisfeito, pois havia em seu sonho outras coisas belas a se fazer para alcançar seu objetivo de existência.
O corpo sólido com seus brilhos escondidos que somente ele os via.
Aquilo tudo flutuava no grande poço sem parar por nenhum minuto.
E com isso via que ficava bom aquele novo mundo, mas faltavam muitas e muitas outras coisas a se fazer para completar aquela visão que teve dentro daquele sonho, sonhado dentro de um sono longo.

Novamente lembra a visão que teve no sonho.
         Onde viu um liquido transparente como cristal. Novamente joga saliva na palma de suas mãos e fecha como se fossem duas conchas e balança o liquido que fica muito cristalino jogando por baixo e ao redor do corpo sólido.
O liquido permanece completamente parado em baixo e ao redor do corpo sólido.
Cria se então as bebedeiras sendo elas a maior parte do preenchimento do vácuo há seus pés.
Vendo ele que o liquido ficava completamente imóvel resolve então que deveria circular por toda parte.
Eis que então determinam que surjam buracos como canais em toda parte do corpo sólido para ida e volta do liquido assim transitaria o liquido chamado água por todo o corpo sólido chamado chão.
Ainda sim não estava contente, pois as águas ficavam um pouco escuras com as idas e voltas, pois onde passava ia levando sujeiras do corpo sólido.

         Manda então que se purifique ao passar pelos grãos cacos existentes nos canais.
Tinha ele em seu mundo novo varias coisas construídas, o fogo “(claro)” o breu com seus brilhos (noturnos).
Também um corpo sólido (chão) com seus grãos brilhantes e não brilhantes na face como também nas profundezas do corpo sólido.
Via o liquido (bebedeira) agora circulando por toda a parte do copo sólido e bem transparente como um cristal.

Estava completo seu novo mundo, para ele não.
Pois teve em seu sonho dentro do sono, a visão completíssima de um mundo melhor para sua existência.
Tinha sim que construir muito mais para o completo ficar.
Como estava já cansado vai então para seu descanso, sendo que agora tinha o sono para completar o descanso.



Capitulo
5

E
stando ele descansando com um sono agora bem mais calmo;
Daqueles que teve antes da visão dentro do sonho.
E dentro deste novo sono, tinha outras visões no sonho em que estava lidando e agora eram somente coisas belas que via no sonho.                                        
A visão era completamente objetiva, pois mostrava com muita clareza o que ele tinha que fazer para completar seu mundo novo.
E ele estando em grande exaltação, por ter uma alegria dentro de si que já mais tivera e via então que não mais estava só dentro daquele mundo sem nada.
Estava ali com uma forte luz vinda de um fogo e também tinha o breu para seu descanso, já não mais olhava a seus pés e não via nada, pois ali estava o corpo sólido e o liquido criado por ele.
Dormiu se então por um longo tempo, depois acordando se volta novamente a olhar tudo que já tinha construído e lembra se que tinha que continuara sua execução, para realizar aquela visão que tivera, agora naquele sonho bem mais gostoso.
Viu então que o liquido permanecia somente em baixo envolta e circulando pelos canais no corpo sólido.                                   
Teve a visão que o liquido tinha que subir as alturas e retornar em formas de pingos ao corpo sólido de onde saiu.
Com os braços esticados e as mãos abertas faz sinais, para que o liquido cristalino levante do corpo sólido em forma de vapor, formando assim uma camada de gelo nas alturas não definida e que volte a sua origem em gotas.
Então o liquido sobe e desce em forma de pingos fazendo assim as chuvas.
Criou se então a chuva.
Ficava maravilhado com aquilo que via.
         O liquido subia e descia e com o brilho do fogo ficava ainda mais bonito.
Dando aqueles reflexos lindos e de muitas cores, formando um arco em algum ponto do termino ou inicio da caída do liquido.
Ainda não satisfeito com que via, pois o liquido caia em um lugar só e não circulando pelo espaço do seu universo, buscou a solução em sua visão do sonho.
         Então da se um grande e forte sopro no liquido parado em volta do corpo sólido fazendo assim balançar com muita violência causando ondas imensas no liquido.
E com o quebramento das ondas por toda a parte do liquido forma se então grandes sopros.
Que sobe com muita rapidez, empurrando o liquido de um lado para outro em todo o espaço das alturas.
Fazendo assim cair em vários lugares ao mesmo tempo.
Criou se então o vento.
Percebendo que o sopro foi bom e fez o liquido circular por toda a parte do sólido, resolveu então assoprar e balançar os líquidos que percorria o corpo sólido fazendo as marés dos pequenos líquidos.
Cria se por toda parte do corpo sólido onde se têm líquidos as ondas e marés.
Mas em sua magnífica visão dentro do sonho tinha outras lindas coisas a se fazer.
Volta à visão do sonho e lembra que tinha muitas coisas meio esverdeadas por todo o corpo sólido.
Ficando se de pé começa a chacoalhar as mãos com os dedos fechados, depois abrindo as, lança em todo corpo sólido grãos.
Estes grãos sendo em forma de sementes de vários tamanhos fazendo assim surgirem todo tipo de plantas existentes em cima do corpo sólido.
        Via então que começava ficar bonito, por toda a parte do corpo sólido.
Nascia se todo tipo de flor e cada uma com sua cor definida e diferenciada.
O que ele estava criando ficava como na sua visão do sonho que teve dentro daquele intenso sono. 
Faltava uma cor definida para o fundo do imenso universo.
Então abre a mão esquerda e na palma, com os dedos da mão direita mistura um pó de varias cores fazendo tornar de cor azul jogando nas alturas para fixar ao universo.
        Ali fixa o grande céu à cima de tudo que fora construído, dando tons diferentes na volta do dia.
Tinha ele então, dia noite terra águas todo tipo de plantas que esverdeava por toda parte.
Um grande céu com seus pontos de luzes e outros desconhecidos, somente o criador sabe onde esta sua completa construção.
Percebendo que ao cair o liquido das alturas rumo ao corpo sólido, era uma coisa um pouco sem graça, não tinha barulhos.
Resolve então colocar barulhos e mais brilhos, nos movimentos dos líquidos. (Chuva).
Então assopra as camadas de gelos fazendo assim uma baterem na outra dando tremendos barulhos.
E ao bater uma na outra fez com que saísse faíscas de fogo com muita rapidez, vindo diretamente para baixo.
Surge então o travão e o relâmpago,
        Ele fica maravilhado com o que via e ouvia nada igual, pois do gelo tira se fogo.
Já não mais via parte do vácuo, agora estava quase todo preenchido, mais ainda faltavam outros corpos sólidos, então lança como lançou a massa para formar a terra.
Em porções de tamanhos diferentes um do outro formando assim vários outros planetas por todo o universo da existência.
         Sua tarefa não estava sendo fácil, mais continuava todo satisfeito com sua construção do mundo novo para seu viver.
         Sendo este mundo novo tirado de uma visão, que ao dormir de tanto cansado do nada, sonha pela primeira vez em toda a sua existência.
Neste sonho vê um mundo para seu viver com mais animo e não mais com solidão.
                                              
                           

Capitulo
6


A
gora novamente a descansar por um tempo, dormindo não mais em sono profundo.
Seu sono agora era para descansar do claro, depois de muito trabalho, um sono dentro de um breu seria suficiente.

Seu sono agora era leve como um penacho e sonhava admirando o que tinha criado, para ele era uma coisa extraordinária.
Pois vivia dentro do vácuo sem vida nenhuma e agora tendo muitas outras espécies fazendo companhia.
Estando acordado via as maravilhas que fizera e as admirava as contemplando sozinho naquele grande novo mundo.
 Sendo agora não mais um oco,
Pois estava todo preenchido de muitas e muitas coisas belas existentes.
Longos e longos ficou dormindo e sonhando com aquilo e acercando de visões, mas ao despertar do sono profundo viu que poderia fazer e as fez.
         Depois de um breu dormindo, acorda bem ao nascer do claro, lembra se novamente da visão que teve em seu sonho.
Via que ainda tem muito que construir para que seu sonho complete.

Levanta se e coloca de pé e olha por toda a parte de tudo que tinha construído, não vendo nada de vida circulando na face do corpo sólido a não ser o que tinha construído.
Sopro e os barulhos dos líquidos que caiam e alguns outros barulhos de líquidos que batiam nos pontos sólidos.
         Mas teve a visão dentro do sonho que havia vidas e muitas vidas.
Pensa em seu sonho e busca uma solução para aquilo que queria, para terminar o que faltava e que viu dentro de seu sonho.
Abre se as mãos cruzando os dedos como se tivessem asas e coloca sobre o corpo sólido em forma de vôos.
Dando assim vidas a grandes e pequenas aves e de todas as espécies existentes.
Nasceram se assim as aves e pássaros de todos os portes.
Mais uma tarefa estava sendo comprida, pois tinha vidas por toda parte do corpo sólido.


         E aquelas aves rasavam com seus grandes e pequenos vôos pelo firmamento azul.
Agora sim sua alegria era visível, o sorriso estava estampado em sua face, já não mais estava sozinho dentro daquele antigo oco, preenchendo de vidas e via que era muito bom àquilo que acabava de criar.
As aves circulavam por toda a parte do firmamento, indo e voltando preenchendo o espaço as alturas.

Que beleza imaginava e gostava muito daquilo, pois era bom.
         Agora não mais sozinho, via bem pertinho dele.
Vidas e muitas vidas e estava feliz com tudo aquilo.
Achando bom o que fez.
Agora tinham em sua existência outros viventes, mas somente no ar.
E nada a baixo, faltava então criaturas para preencher a face do corpo sólido.
E não vendo nada em baixo fecha se as mãos por varias vezes,

         Lança sobre o corpo microrganismo fazendo os tornarem em bichos de todas as espécies e tamanhos.
Ali estava então completo seu mundo novo, tinha tudo que poderia imaginar como teve em primeiro o sono e a seguir o sonho e logo depois a visão dentro do sonho.
Logicamente que ele teve de inicio o pensamento de mudança,
Sendo assim; com seu pensamento fez ficar cansado o corpo.
Procura então dormir para o descanso.
Até que tivesse aquele sonho de visões.
Uma visão que mudaria completamente seu viver, também teria agora responsabilidade por tudo que criaria.
Como manter tudo dentro do que tinha em seu sonho planejado, mas com seu poder e gloria isso seria muito fácil.

         “Bastaria sempre estar alerta e continuar dando ordens explícitas a tudo que criou, dentro do novo mundo”.

Via as lindas aves voando em seu redor, mas percebia que elas não paravam e nem abaixavam em nenhum lugar do corpo sólido.
Novamente da se um sopro e elas descem até o solo e assentam nas pontas das plantas grandes e pequenas.
         Assim as aves tinham seus lugares certos para pousarem e descer ate o solo para procurar alimento.
Os longos e longos iam passando e em um meio do claro, nota se que uma coisa não estava certa.  
O liquido que caia não parava, em momento nenhum tanto no claro como no escuro.
E novamente assopra fazendo assim um espaço entre uma e outra caída.
Formando então o tempo das águas e o tempo da seca.
Entre um espaço e outro fez o fogo ficar frio e causou grande resfriamento no corpo sólido surgindo assim todo tipo de geadas e congelamento no corpo sólido.

         Em um claro vê que uma ave estava voando e carregando pauzinho em seu bico de um lado para outro.
Então percebe que aquela ave estava para fazer alguma coisa com aquele pauzinho.
Assopra na ave e ela procura o lugar ideal para fazer seu ninho.

Também assopra no macho das aves, fazendo assim ele ir ate à fêmea e daí começa o circulo da vida de todas as aves.
E fazendo com que as aves fêmeas botassem seus ovos e chocando os para o nascimento de seus filhotes.
Fez o mesmo com os machos dos bichos e eles foram ate as fêmeas fecundando às para os nascimentos de seus filhotes.
Agora estava tudo perfeito, tinha vidas que davam vidas para outros e para que continuassem a existência de todos, para o sempre.
O corpo sólido todo preenchido de todo tipo de aves e bichos de todas as espécies.

E todos os viventes estavam sendo banhados pelos pingos do liquido que caia sem para.
         E lá de cima ele via tudo e se maravilhava com sua criação, estava completado seu sonho e agora era somente viver tranqüilo junto com seus animais e aves.
Durante o claro agora olhava seus criados e via se uns bichos bem mais alegres que os outros e cada vez mais os admiravam e ficava emocionado com todos, pois cada um tinha um jeito de ser. 
Tomava conta de tudo e no breu ia para seus aposentos para descansar do claro e de seu cansaço,
 Sempre buscando participar de sua criação e feliz estava com a sua nova vida e o novo mundo.

         “Tinha por tudo somente amor e via tudo com a mais perfeita criação”.

         Agora no corpo sólido tinha vida e vida com abundancia e para ele era o mais perfeito mundo não tinha insatisfação, ali viviam em paz uns com os outros.
Cada ave cada animal comia e bebia o que por ele fora deixado e criado.
Tudo ali era perfeito e tudo vivia em harmonia e o criador ficava maravilhado com sua criação.
Uma criação que veio de uma visão dentro de um sonho que teve dentro do sono.
Pois de tanto olhar o nada onde vivia fica cansado e adormece.

Depois de longos e longos dormindo e sonhando.
Sendo atormentado pelos pesadelos de solidão, passa a sonhar em não mais ficar só e em sonho define o que faria para transformar o nada onde vivia em lugar de um tudo e habitável.

         Primeiro formou o sol com fogo, fazendo assim que clareasse a escuridão em que vivia fazendo assim dia e desligando o fogo por um tempo fez com que surgisse a noite.                                                                       Depois criou a terra para ser habitada por aves e animais, também fez as águas para que todos pudessem usar.

E em seguida fez céu, vento, outros planetas para não mais estar sozinho dentro do vácuo que não existia nada, a não ser ele e o abismo profundo.
Mais agora totalmente preenchido de muitas e muitas coisas boas.                                                                    No mundo novo onde habita têm de pequeninos viventes ate os mais monstruosos.
Tinha ele então construído um mundo e este mundo era somente seu e das vidas existentes que ele as criou.
Sendo agora um mundo cheio de animais e aves de todas as espécies, como plantas de todas as propriedades existentes.

Ele tem em seu novo pensamento uma vidência clara, pois via sempre verdes suas plantas, porque não as fazerem trocar de quando em quando suas folhagens.
Da se então um assopro em todas as espécies de plantas fazendo assim as folhas verdes se secarem e as secas caírem e estercar a mãe planta.
Também faz com que toda planta de sementes para novos frutos.
Com os frutos maduros sendo comidos ou não, de suas sementes nascera uma nova planta para continuar a espécie. 
Ainda para completar seu mundo faltava alguma coisa, então se lembrou da visão que teve em seus sonhos e procurando por ela, viu que estavam vazias as águas, sem vidas dentro delas.

Então levantou de onde se encontrava e levou as mãos e lançou um pó para formar todo tipo de cardume e monstros do liquido da existência.

Eis que as águas se encheram de todas as espécies viventes, formando assim mais um complemento do mundo da existência.
         Estava então completamente habitado seu novo mundo e agora sim estava feliz consigo mesmo.
E ali viviam todos em harmonia uns para com os outros.
Longos e longos foram se passando e tudo estava bem, ele simplesmente tomava conta de sua criação, alojando os que precisavam de alojamentos e mantendo todos os outros viventes o seu comando.

                                              
                                     
Capitulo
7


E
m seu novo mundo havia bichos grandes que mal podia andar precisava de sua ajuda para caminhar ou locomover para até mesmo se alimentar.
Ele então dava as ordens e os bichos procuravam caminhos.
         Existem aves tão grandes que ao pousar no solo, causavam tanta poeira que parecia uma manada correndo solta estrada a baixo.
 Havia bichos de porte tão grandes que comiam nas copas das mais altas arvores.
Algumas espécies de bichos rasteiros sem pernas eram tão grandes que quando parados dava a impressão que tinha um tronco de comprido em algum lugar.
         Ele e sua criação viviam tranqüilamente dentro daquele novo mundo.
Ali bichos não comiam outros bichos, não tinha maldades entre eles.

         Às relações de lubricidades entre eles eram somente para a continuação das espécies e não causava danos entre um e outro, animais ou aves.
        
Este sim era o mundo em que teve a visão dentro de um sonho, sonhado dentro daquele sono que teve por vários tempos.
Dentro de uma existência de vida e que vivia completamente só.


Agora sim alegrava com sua criação e estava somente cuidando do que havia criado.
Em seu mundo novo, vivendo todos com concordância e ele via que era bom.
Tudo era maravilhoso e perfeito.

Mais ainda faltava algo, pois teve a visão dentro do sonho, seus animais viviam sempre quietos, não faziam barulhos nenhum.
As aves cruzavam o espaço agora preenchido de tantas coisas belas tanto durante o claro como dentro do breu, com seus brilhos noturnos.
Faltava então um som para seus ouvidos e que esses sons fossem de uma leveza e que não machucassem seus ouvidos.
Sons que tanto durante o claro quanto no breu pudessem ser ouvido e que cada som fosse diferente um do outro.
         Ergue então de onde esta e assopra sobre toda a criação e todos os viventes, de toda natureza e em todos os lugares do mundo novo.
E com esse assopro começam a ter seu próprio som, uns cantam outros berram e outros rincham cada qual com seu som saindo de suas gargantas e com isso ele ficava muito contente.
Pois tinha agora muitos sons de boa qualidade e quando ia dormir tinha então uma orquestra para seus ouvidos e com isso seu sono era sereno dentro da melodia.
         Naquele mundo criado em que foi tirado de um sonho de um solitário que vivia triste e sofrendo com pesadelos por estar só dentro de um vácuo sem finito.

         Era uma super criação onde havia muitos seres vivos e vivendo em consenso.
         E ali os longos e longos não passavam apressadamente, tudo era bem devagar e nem tinha correria, pois tempo ali não existe somente o claro e o breu para regular tudo.
Os passos de cada espécie eram dados um atrás do outro e em conjunto nem tinha onde tropeçar.
         Como também o nado dos viventes do liquido saiam suavemente remando em seu habitar.
O mundo criado pelo sonhador vivia em paz, via ele que não tinha mais nada a se fazer para seu mundo novo.

Agora somente ele vivia cuidando de tudo que havia construído e das vidas.     
Ao nascer do claro seus pássaros vinham ate ele, voando em circulo, dando o sempre um bom claro saudando o com seus lindos cantos.

Como também ao entrar do claro para o surgimento do breu faziam o mesmo dando um bom descanso com seus maravilhosos cantos.
Todos os animais davam com seus gestos e sons bom claro ou simplesmente saudando o, fazendo sempre reverencia ao criador.
Por todo o tempo eles, viviam alegres e cada um tinha sua tarefa a executar.

Uns de fazer ninhos outros de alimentar seus filhotes e assim todos não viam o claro passar, mais todos com a maior tranqüilidade.
E assim iam passando os longos e longos, o sonhador criador de tudo que já existia, começava a ficar um pouco cansado com tudo que tinha planejado e sonhado.
Pois tinha ele agora muito trabalho, era muita coisa a se cuidar ao mesmo tempo, aves que tinham que ser cuidadas, animais que nasciam em dificuldade de se locomover e outras tarefas das quais estavam sendo muitas para ele.

Travar com tudo aquilo não estava sendo fácil, pois eram milhares e milhares de animais e aves como também os de baixo do liquido, para olhar tudo aquilo exigia um grande esforço e fazia com que ele ficasse cansado.
Como o trabalho era muito.
Ele já estava deixando alguns em falta, pois sozinho não dava conta, precisava de ajuda, mas de quem!
Mesmo assim ele continuava sua luta implacável com sua criação.
Ainda sim vivia feliz, pois ao ir dormir, sendo um sono não muito rápido descansava e no outro claro estava mais forte que nunca.
Tinha ele alguns deslizem de pensamentos por isso pensava, se eu os fiz terei que cuidar e se for para eu desfazer do que fiz, tenho que eliminar tudo e todos inclusive eu.
Como não queria por fim em nada, continuava sua luta de trabalho, mais com toda organização em que já mais fora vista.

Um tempo depois estando ele dormindo em seu local de descanso, veio então em seu sonho, a visão e uma luz da qual ele tiraria uma idéia e colocaria em pratica, assim que retornasse de seu sono.
Chegando do sono em que teve a visão, busca na mente o pensamento e traz o sonho em realidade.
        
Senta se em um monte bem alto e convoca então a todos os viventes do corpo sólido e do liquido, como também os que estavam no ar para uma reunião, colocando os em sua frente.
Estando todos ali, usa as mãos como sendo alto falantes assim todos os ouviriam.
Dizendo a todos, eis que tenho uma lei, a qual será a primeira e não a ultima, tens que respeitar esta, para que as novas não sejam duras de mais.
Então sabendo ele o que o sonho tinha dito passa se a comunicar para todos que ali estava.
Eis a lei, de agora em diante cada espécie e cada grupo terá um comandante sobre os outros, os quais todos têm que respeitarem e ouvi-los.                 
Também seguir as ordens dadas por eles e de agora em diante eu farei reunião somente com os comandantes não mais com todos que aqui estão.

Cada grupo e espécie farão seus comandantes...

Façam uma escolha sabia, pois terão que acatar as ordens dadas por eles.
E assim foi então definido que cada espécie e grupo teriam seus mandantes e os outros teriam que os obedecer.
E com isso os trabalhos duros diminuíram um pouco, tinha ele agora a se falar com poucos, dava se então as ordens aos comandantes os quais executavam junto aos outro.


Capitulo
8

O
s longos e longos “anos” continuavam se passando.
Certa vez o criador vai para seu lugar de descanso deixando tudo em ordem e em conformidade entre todos.
Estando cansado de tanto trabalho penetra no mais profundo sono.
Dorme tranquilamente um sono de paz, o tinha exata consciência que tudo estava bem com sua criação.
Enquanto dormia seus subordinados comandantes dos animais, de cada espécie iam organizando seus deveres e fazeres.
Como ele já estava agora muito mais tranquilo do que antes, pensara em dormir bastante para um descanso melhor.

Com isso não se preocupou em acordar daquele sono maravilhoso em que estava.
Depois de tempos muito ocupado com seu novo mundo e criação, pensara agora somente em descansar, por isso tinha feito o breu. (noite).
         E com aquele sono profundo em que se encontrava, não percebia o que estava havendo dentro de seu novo mundo.
Agora entre as espécies existentes havia uns malfeitores que causavam desentendimentos, pois não querendo respeitar seus comandantes, davam um pouco de trabalho.                                           
E alguns desses desobedientes entre as espécies começam então uma briga entre dois machos.
Um de um grupo e o outro de outro grupo.

       Os comandantes tentavam de todas as maneiras colocarem paz entre os brigões, depois de tempos já não mais davam conta.
E não queria acordar seu criador, o senhor deles.

         Sabiam que quando o criador estava em descanso não gostava de se perturbado por nada.
Os dois briguentos não se separavam e com isso foi entrando uma e outra espécie para separá-los, mas por infelicidades de cada uma.
Os que iam tentar separar acabavam entrando na briga
Com isso foi aumentando a luta de espécie contra espécie.

E quanto mais entrava mais a luta ia se tornando uma guerra.
Como estava tendo muitas desordens entre as diversas raças, os comandantes então tiveram uma idéia a qual ia colocar em prática sobre todos.
Entre os comandantes tinha um mais forte, o qual foi determinado a ele incumbir à tarefa de explicação para todos que ali estavam brigando e não eram poucos, tinha ele então que ter autoridade.

E tinha mesmo, ele não era o mais forte que existia, mas sim o mais dominador das raças.
         Sobe então em um monte e começa a falar com todos os animais e aves que ali estavam.
Da se então a explicação do que seriam apartir daquele momento, todos teriam que trabalhar para seu sustento.
E se tivesse algum dos brigões que quisesse enfrentá-lo era para agora e isso serviria para todos.
Como não teve nenhum que quis enfrentá-lo, ele diz ainda, todos saem à procura de seus alimentos.
         Começa então a ter em toda a parte luta para ter alimentação e cada um dava jeito de conseguir seu alimento mais fácil, ao invés de                                                   apaziguar, tornou se então não mais uma desavença entre brigões, mais sim uma desordem completa.

        Começa ali no novo mundo uma guerra entre as raças ali viventes, passam a matar.

         Um grupo eliminando o outro para se alimentar, alguns retalhavam o outro com seus dentes pontudos e afiados, via se então uma devastação de viventes sendo tombado por outro.
Tinham transformado o maravilhoso mundo do criador em uma guerra sanguinária para sobreviver.
Ali já não era mais um mundo de paz, tinha se tornado em uma guerra onde o sangue percorria por toda a parte.
 Continuava em seu descanso o criador.
E a guerra entre eles continuava tombando por toda parte corpos de todas as espécies existentes.
Já não mais tinham domínio os comandantes das espécies.
         O criador continuava em seu sono de descanso e não ouvia nada do que se passava a distância.

Com aquela guerra sangrenta, onde os determinados para domínios de outros, não conseguiam fazer sequer um ato para deixar o gosto pela matança.
Passa se então dentro do mundo o grande desastre, por não ter compreendido o que fora dito pelo criador de todos, sendo dito que teriam que ter respeito e obediência, mais eles não refrearam.

Ate mesmo os comandantes juntos não dominavam mais a guerra e sim tinham eles que também lutar para a sua própria sobrevivência.
A barbaridade estava sendo tanta, que já estavam matando uns aos outros por matar, ali tinha virado mesmo uma guerra sangrenta.
Até mesmo os viventes dos líquidos transformaram completamente, guerreavam entre eles, já não tinha mais controle sobre toda a camada do corpo sólido e nem no liquido.
Como também nos ares por onde havia viventes, a guerra estava clara e sempre jorrando sangue por toda a parte.
 
Os bichos maiores por onde passavam iam pisoteando deixando um rastro de destruição.
Os líquidos com o furor dos viventes balançavam completamente de um lado para outro, fazendo assim ondas grandes e jogando água por toda a camada sólida.
         Estava então até aquele momento tudo perdido já não mais se falavam um com o outro, a paz já não mais existia; ate que.
O criador acorda de seu maravilhoso sono e vê aquilo tudo e não se conforma.
Agora ficando completamente entristecido com seu pensamento buscava compreensão, por que fui deixá-los sós.
Enfurecido levanta e assopra um grande sopro a cima de tudo e todos.
Com aquele sopro caem por terra permanecendo todos imóveis, como estatuas.


Eis que ele com sua raiva feroz dá então uma ordem, que, a partir dali todos teriam que viver se escondendo uns dos outros, para que não morressem.

Pelas garras da covardia, pois tinha ele dado uma ordem a qual descumpriram.
Como estavam morrendo uns pelos outros agora teriam que sempre fugir um do outro, até os últimos dias de vidas.
Assim foi feito por longos e longos tempos.
Não deixando de existir os comandantes de todas as espécies.
         E ainda disse o criador não mais irei descansar como tenho feito, de agora em diante irei tomar conta de vocês, pois farei isto para não destruí-los.

E disse ainda a eles também terão doenças umas em cima das outras, para que essas mesmas exterminem um a um da face do existente.
Também terão um odor que até mesmo os que estiverem um pouco longe sentiram a catinga de todas as espécies tanto na camada sólida como no liquido e em toda a parte.. 

Vocês terão bichos que penetrarão em seus corpos e farão feridas profundas das quais suas salivas não darão conta de curá-las.

Eis que tenho dito e com essas novas leis, vão viver novamente com um pouco de paz e eu o senhor de vocês ficarei sem acalmar.
Eu vos pedi que praticassem a lei anterior que tinha dado, mas desobedeceram?
Às e a mim também.

O criador já não mais descansava em seu descanso habitual de sempre.
Tirava seu descanso de vez em quando na entrada do claro ou bem na saída do breu.
Quando a maioria dos bichos e aves juntos com os outros estavam também descansando e assim vivia um pouco mais tranquilo.
Mesmo tendo agora todo tipo de doenças para acabar com as espécies dentro do tempo de vida de cada um, uns morriam de febre outros de feridas profundas, que não tinha cura outros com tipo de doença desconhecidas.

Somente o criador sabia qual era o tipo de enfermidade que colora sobre todas as espécies existentes.
Pela desobediência agora teriam que enfrentar terríveis dores em seus corpos, que fariam que perdessem a vida dentro do mundo novo.
Á todo momento passou então a existir mortes;
Dentro das vidas dos viventes sobre o corpo sólido e dentro do liquido.
Tanto para os que tinham mais idade como para os que ainda não tinham vivido praticamente quase nada dentro da existência.

O criador então agora estava um pouco mais tranqüilo, mesmo tendo tristeza dentro de si.
Mas era o que precisava colocar.
As espécies ao passar por dores os procurariam de todas as formas em pedir perdão pela desobediência que teve, para com ele.

Pois havia ali um pouco mais de compreensão paz entre os viventes, passaram até uns a ajudar os outros.
Sabiam agora que tinham um tempo de vida dentro da existência a qual o criador lhes dera.
Um animal grande ao ver um pequeno sofrer com alguma coisa, sendo de dor ou por falta de alimento, o ajudava como se fosse ele da sua espécie.
         E novamente o criador vendo que estava tudo em ordem uns para com os outros, passou então a descansar mais uma vez.
Agora não mais como antes.

         “Sempre estava de olhos abertos em sua criação”.

Como andava muito cansado e com muito sono atrasado começa então a dormir mais um pouco.
Ele vendo que tinha uns que sofriam mais que os outros com doenças e ferimentos.
         Até pensou em aliviar o sofrimento de alguns dos seus, mas pensava ele, se tornar como no começo, poderia então voltar como esteve, então deixou assim até o finto de cada vida. 

         Agora ali era uma luta, mais uma luta um pouco mais tranqüila, pois cada qual sabia que tinha que viver de seu trabalho.
Como o criador não os proibiu de comer a carne um do outro de espécies diferente, continuou então a peleja pela caça, mas sem aquela guerra anterior.
Passaram então a viver da caça de outros animais existentes ali.
Aves procuravam seus alimentos em plantas e os viventes do liquido, faziam das plantinhas que beiravam as margens seus alimentos.
O criador vendo que estava mais tranqüilo e já se sentindo mais seguro, passou então a descansar um longo mais comprido, ia para seu aposento e ficava contemplando o maravilhoso mundo de existência que tinha domínio sobre ele.
Com isso os longos e longos (anos) foram se passando, ali eles nem sabiam há quanto tempo existiam a vida em que o criador tinha permitido a eles de viver.
Sabiam, no entanto que tinham o breu para descanso e o claro para a luta de caçar para o sustento e assim permaneceram por longos e longos tempos.
Lá de onde o criador ficava sentado observando tudo, via lá em baixo um grupo de bichos que eram muito espertos e brincalhões, viviam em festa praticamente um com o outro.
O criador então se alegrava muito vendo seus queridos bichos brincarem na parte do corpo sólido que para eles foi determinado a ficar.

         Também de lá onde estava via suas lindas aves beijarem as flores, como se estivessem acariciando as de forma respeitosa e transmitindo as flores amor.
Vendo aquilo seu coração, quase derretia de emoção e felicidade junto com compaixão.

         Também olhando via dentro do liquido um cardume de viventes, fazendo brincadeiras uns com os outros e assobiando.
Eles desciam ao fundo do liquido com toda velocidade e logo a seguir subiam ao alto e bem alto ultrapassando as ondas do liquido que balançava.
E era uma grande festa para eles, o criador ficava emocionado com o que via e se alegrava ainda mais.
         O cardume continuava com suas brincadeiras e sempre assobiando, dando sinal um para o outro.
Como que dizendo estamos aqui vejam o que estamos fazendo, alegres com todos nós ó criador e obrigado por ter nos dado a vida.
         Sendo o senhor de grande entendimento sabia o que eles queriam dizer lhe com aqueles gestos e assobios.
         E com tudo isso, o longo tempo ia percorrendo deixando longe a lembrança daquela guerra que tiveram tempos atrás.
Como já tinha passado tempos e tempos e o criador do novo mundo tinha um pouco mais de confiança em sua criação, estavam lutando não como em uma guerra sanguinária, mais sim para levantar o devido almoço e jantar.

         E isto foi ele mesmo que permitiu a eles, tanto no corpo sólido (terra) como no liquido (água). Então voltou a viver como em seus primeiros tempos, descansava todo breu (noite) e sentia muito calmo e tranqüilo agora estava ali uma paz já não como a primeira, mais tinha sossego.
E durante o claro (dia) ele tomava conta de tudo, como em seus primeiros tempos (meses).  
Passando-se grandes longos e longos (anos) eis então que toma para descanso um breu e fica ali em seu adormecimento e sonhando com tudo que fizera e estava feliz.
         Aves e bichos agora somente caçavam em lutas para sustentar tanto a si como seus filhotes.

         Que nem pensava em ficar parados, um aqui outro ali, pelos matos na campina nos montes em toda a parte tinha um lutando, cada um no que sabia fazer para se alimentar e trazer a caça para os filhos.


Capitulo
9

P
assado se longos e longos “Anos”e o criador dorme tranquilamente sem se preocupar com mais nada.
Tinha ele certeza que tudo estava bem em seu mundo novo.
Estando todos distraídos com que estavam fazendo sem que notassem, da se então o grande acontecimento não marcado pelo criador.
E nem mesmo o próprio criador esperava que isso fosse acontecer.

O grande líquido, (mar) enfurece e causa grandes ondas e com essas ondas formam com seus desmanchareis grandes sopros, fazendo assim uma ventania que vinha arrasando tudo.
Atrás dessa ventania vinha uma grande nuvem escura trazendo líquido (água) e por onde era despejada ia alagando tudo, causando assim imensas valas e perfurando rochas fazendo túneis.
Atrás dessa nuvem negra vinha outro vento ainda mais forte e por onde passava deixava tudo quebrado e desmanchando tudo.

Nem as plantas mais sustentáveis não suportavam a ventania era deitada sobre o solo picadas em pequenas partes como que trituradas.
E o vento levantava tudo que de mais leve que tinha, para o alto.


  Os pequenos bichos foram os primeiros a morrerem, sendo remessados á distância incalculável.
Aqueles que tinham suas moradas dentro do corpo sólido (terra) escapavam da morte mais do que, aqueles que não as tinham.
As aves de pequeno porte caiam de seus ninhos.
Como, coco, maduro do pé.
Era tanta correria entre eles que até se topavam um com o outro.
Os bichos grandes passavam em cima dos pequenos esmagando como se fossem estrume, ali estava uma devastação jamais vista por todos.
         Durante muito tempo (dias) os líquidos enfurecidos causavam ventos e o líquido com o vapor subia e descia com força veloz sempre destruindo o que encontrava pela frente.
Poucos bichos estavam sem levar algum tipo de tranco, todas as espécies tinham sido atacados pelas águas e ventos e também pelas plantas que caiam em cima deles, outros eram pisoteados pelos maiores. 
         Estava acontecendo ali pela primeira vez uma tragédia não determinada e nem dita que era para ser feita.

Pela primeira vez no mundo novo algo que era só pelo comando do criador que se movia, estavam completamente desarranjadas e enfurecidas fazendo assim a maior proeza e destruição.

E aquilo se dá por muito tempo sem trégua e enquanto isso o criador dormia sossegada mente em seus aposentos
Da se então o final daquele acontecimento, depois de muito tempo.
As águas se aquietam e os ventos param não mais trazendo pingos de águas.
Sem nenhum comando tudo se acalma como se não tivesse acontecido.
Via-se por toda parte rastro de destruição, bichos e aves mortas.
Com aquela tragédia de muitos e muitos animais o cheiro de morte era insuportável.

Estando o criador em seu sono profundo é acordado com a carniça de morte.
Levanta se então e pela primeira vez sai em seus olhos uma gota
E cai sobre o sólido, chora então pelos bichos mortos e também pelo dano que aconteceu.
         Enfurecido fica em pé e diz águas, sem minha ordem fizeram o que fez de agora em diante eis que farão de sempre em sempre e não terá tempo para isto.
Eis a nova lei.
E novamente o criador coloca todos que restaram em sua frente e diz a eles preenchei novamente a face, a cima e dentro das águas.
Quanto a vocês aves negras, digo não mais farão trabalhos nenhum sobre a face, irão se alimentar da carniça dos outros.
Limpem tudo que vêem.  

E assim o corpo sólido foi limpo pelas aves negras.
Desde então a ave mais clara do grupo sai à procura da carniça de outros.

         E novamente começa aquele mundo a ser preenchido de animais e aves e tudo que havia dentro da existência.
Dos que sobreviveram, os de porte grande foi os que mais restaram vivos.
E assim estavam aumentando muito a espécie de bichos grande como os monstros da época.
E o criador não queria exterminar nenhum fica então preocupado com a evolução daquelas espécies.
Durante por muito e muito tempo ficou com aquele pensamento, mas não fez nada para conter o grande aumento das grandes aves e bichos.
Que mais era um monte de monstros viventes que para nada servia.
Eles tinham forças exorbitantes e aterrorizavam os pequenos e destruíam quase tudo que encontravam pela frente.

Com isso o criador estava mesmo preocupadíssimo, pois eles não respeitavam a área dos outros, tanto assim que durante a calada do breu, vinham em surdina e esmagavam muitos de uma só vez.
Vendo aquilo o criador, queria por um fim, mas estava amando também aqueles monstros.

Porque ele mesmo tinha dado vida a eles por isso não poderia exterminá-los, mas estava de fato preocupado com que estava vendo acontecer.
         E aquela manada aumentava exageradamente.
Tanto os bichos quanto as aves.
Eles além de ser muito grandes eram muito maus.
Matavam sem piedade nenhuma, comiam um pouco e largavam os restos esparramados pelo chão.

O criador sentia que aquilo não estava certo, mas não tinha proibido de comer carne, deixava-os matar para alimentação.
Infelizmente eles não estavam matando somente para comer e sim por desejo de matar.
         De momento o criador não ia fazer nada, mais tinha o pensamento de que não estava certo aquilo e na vez certa, teria que acabar com aquilo.
Passando longos e longos e agora novamente a terra esta sendo preenchida de bichos e aves.
De começo estava demorando muito, pois faltavam fêmea para reprodução, mais logo depois de uns tempos, as fêmeas aumentam mais que os machos e assim começou rapidamente o preenchimento das espécies.

Mas o criador ainda estava com aquele pensamento, pensava ele estando aumentando tanto monstros como dominarei e os pequenos que farão quando eu estiver em ausente.

Se algum deles revoltar não haverá quem de jeito no acontecimento que possa surgir.
Com tanto monstros assim eu não irei dar conta de cuidar, não queria mais terei que por um fim, de uma maneira ou de outra.
E como o pensamento do criador era como se fosse uma ordem, mais como ainda estava em dúvida se ia colocar um fim ou não.
O tempo foi passando e continuou o preenchimento de todas as espécies, tanto de aves como de todos os bichos.


Capitulo
10
E
stando o senhor criador um tempo descansando, isto foi em meio ao um longo e longo, pois havia trabalhado um tanto exagerado durante o claro, que não suportou a canseira e teve que ir tirar um descanso.

Como estava tudo bem, em seu mundo não se preocupou, foi para seus aposentos e fechando os olhos adormeceu por tempos.

Eis que um tempo depois, a terra se enfurece e começa a balançar toda e vai abrindo grandes valas profundas por toda parte e com começa então a correria.
De dentro da terra começa então a sair pelas valas uma lavareda e começa a queimar tudo que se tem em volta.
Aquele fogo era tão forte e soltava de dentro da terra, grande porção de brasas e onde caia furava outro buraco imenso.
E estas brasas iam descendo queimando tudo que havia em sua frente, com isso os bichos e aves tinha que correr escondendo das lavaredas infernais.
         Também todas as águas existentes começaram a esquentar como dentro de uma chaleira, então começam a se debater formando mais uma vez ondas imensas e novamente com seus quebramentos formam ventos e fortes.

E estes ventos, vêm por baixo das lavaredas levantando-as, fazendo assim com que elas subissem mais alto que os pequenos bichos e aves e a cima das árvores existentes.
E quanto mais ventava mais alto levava as lavaredas, fazendo passar por cima de tudo e atingindo as cabeças dos monstros viventes que iam tombando sobre a terra. Mortos.
As lavaredas atingiam somente os monstros, não queimando nada mais que eles, deixando assim tudo como estavam, por tanto os ventos vieram para salvar outras espécies e também o que tinha em cima do corpo sólido.

As aves negras esperavam em seus ninhos nas rochas o término de tudo.
Elas sabiam que teriam mais uma limpeza a se fazer dentro do mundo novo.      
Enquanto existiram monstros as labaredas não cessaram, após a exterminação de todas as espécies grandes voltou tudo ao normal.
         As labaredas apagam e uma chuva muito rápida se forma e vem imediatamente para resfriar a terra.

Após a chuva a terra ficou um pouco cinza em alguns pontos onde não havia vidas existentes.
E aqueles locais em que caíram brasas ficaram grandes e fundos buracos, tornando assim cavernas.

E essas cavernas passaram logo depois a ser residência para bichos e aves.
E como o criador dormindo não viu o acontecimento e é despertado por umas gotas de água que caiu da chuva.
Acordando-o e vendo o que tinha acontecido perguntou o que tinha acontecido.
Um daqueles brincalhões vem e lhe conta o acontecido.
De inicio ele fica um pouco triste, mais depois se alegrou por ver que as labaredas não destruíram nenhum dos seus pequenos bichos como também não destruiu nada nas partes habitáveis e mais baixas, nem os esverdeados da face.


         Ele sabia que não havia dado as ordens para que aquilo acontecesse, mas por outro lado sentiu bem, vendo que o líquido e seus ventos fizeram um bom trabalho. 
         Então disse ó terra de quando em quando você se abrira e fará grandes trabalhos com seu fogo escondido que nem mesmo eu sabia que tinha.
E você ó líquido continuara longos em longos fazendo o que fez sem cessar.
Pois haverá tempo que farão exterminação de muitas espécies viventes e terá futuro que não serei responsável por destruição, mas haverá quem as provoque.
Assim foram exterminadas todas as espécies de monstros e aves de grandes portes, ficando apenas os que existem e não mais foi preenchido o mundo de bichos de grandes portes, como monstros.
Pensando no acontecimento o criador sentado em seu local de descanso, dizia a si mesmo onde foi que errei meu sonho foi um sonho tão lindo.
Vivia na escuridão e completamente só, fiz tudo que foi me dito dentro do sonho,

Comecei e terminei como havia de ser e agora me sinto com um pouco de derrota, tenho alegria de não mais estar só, mais me sinto triste por não ter feito as ordens direito.
Mas de agora em diante não mais destruirei nada e quando tiver algo errado dentro do meu mundo e nas existências de viventes.

 Eu o criador deixarei para alguns dos meus criados a executar o que for preciso, nem mais intercederei no que irá fazer.
Cada um dos meus criados serão donos de si, seguirão do jeito que quiser e farão o que achar necessário para prosseguir ou não.
Deste tempo em diante, meus executores são vocês, fogo (sol) corpo sólido (terra) líquido (águas).

Sendo que o líquido trará ventos destrutivos e pingos vindos de cima para arrasar e inundar tudo que encontrar pela frente.
Você corpo sólido terá seus vulcões, tremores com grandes destruições e muito mais execução vindoura.
De você corpo sólido surgirá plagas, doenças e vírus incuráveis para exterminação de viventes.
         Quanto a você meu criado filho fogo será dado o apito, para terminar com a partida, sendo com vitória ou empate tens que terminar o jogo da existência.
E dentro desse jogo você jamais dará acréscimos, para não ter descontentamentos.
         Por tanto dou todo o poder a vocês e que tomem conta do que for necessário para continuar a existência dos viventes, que me faz tanto feliz.
         Eu ficarei somente com meu jubilo, não deixando passar necessidades, todos meus bichos e aves e com amor vou dando vidas a eles.  

         Procurarei dar sempre o alimento necessário para manter suas vidas, até a última gota de sangue circular pelo corpo.
        
Após aquele tempo o criador deixou tudo ficar como os bichos e aves queriam.
Assim eles se juntaram e entre eles fizeram um acordo, que respeitariam o direito de cada um e também cada espécie teria seu canto para viver.
Os que comem frutos viveriam em seus pomares, os que comem capim viveriam em seus pastos e as aves viveriam procurando seu alimento sempre aqui e ali, os das águas fariam à mesma coisa, pois somente eles sabiam onde estavam os alimentos necessários para seu sustento.
         Novamente estava feito a paz entre todos os bichos e aves, vendo o criador que eles ao tomar conta de si mesmos, era bom, então não mais preocupou com tudo e todos que estavam em vida.

         Sabendo agora o criador que a única coisa em que havia de se preocupar;

Era com a parte de não deixarem passar fome, passou então de vez em quando dar um assopro e fazer as sementes se esparramarem por toda parte da terra, para que surgissem novas árvores e que surgissem novos frutos.

   

Capitulo
11

O
 Tempo agora passava não tão depressa assim, pois tinha o criador colocado sobre as aves e os bichos aquilo que seria a morte.
Por isso tinha que percorrer os tempos e já não longos e longos, cada um tinha agora seu tempo exato para viver dentro do mundo novo do criador.
Sabia que depois de um tempo de vida na existência os bichos tinham que morrer e dar lugar a outros que nascia.
Mesmo assim todos viviam felizes, já não tinha mais guerra entre as espécies.
Somente na hora da caça é que cada um tinha que se esconder, para não virar presa de outros.
         Muita das vezes o caçador tentava pegar a presa, por um tempo, mais acabava cansando ou os outros vinham em auxilio a caça.
E com isto o caçador desistia de sua caçada e saia à procura de outro alimento e assim continuava a vida dos viventes do novo mundo.

Um mundo criado através de visões em sonhos daquele que vivia só em um vácuo escuro, com o sonho que teve fez para si uma das mais belas perfeições.

         “A perfeição é tão bonita de se vê, tem tanta coisa bonita, flor de todas as espécies, árvore de todos os tamanhos, frutos de toda qualidade”.

Ali todos têm alimentos com sobra, pois o criador nunca deixa faltando.
Ali era verdadeiramente um jardim, muito bem cuidado, o jardim da sabedoria daquele que viveu em longos e longos completamente só.
Agora sim olhava seu jardim imenso e ficava cada dia muito mais feliz por ter tido um sonho dentro de um sono que nunca tivera.
Por volta do meio do claro, todos os bichos fazem fila para ir beber água nas lagoas e nos canais existentes.
Sempre pelo clarear também as aves fazem à festa tomando um belo banho nas liquidas cristalinas correntes.
Enquanto tudo isso vai acontecendo o criador agora vive bem mais tranqüilo, pois já não tem mais aquela preocupação de estar vivo, para com a sua criação.

E como é bonito ver os bichos brincando de correr um atrás do outro sem muito no que pensar.  
Pois agora eles têm um trato acordo entre eles, cada espécie respeita o local da outra.
Também tem o tempo certo da caça, onde os caçadores saem à procura e nesse momento todos fogem e se esconde para não ser pegos.
Então enquanto não chega o determinado tempo para serem atacadas, elas se divertem umas com as outras.
As aves fazem a festa no ar voando de um lado para o outro sem ter quem as perturbe, quando vai chegando o tempo de serem caçadas elas se escondem não querem ser presa fácil.

E lá de onde fica o criador, ele observa agora a grande criação que fez para seu melhor estar e vê a perfeição que esta ali a seus pés.
Poderia ele dar uma ordem para mudar tudo mais não vai fazer nada, pois está sendo tudo organizado pela criação que ele colocou para viver.

         Via ele que tudo estava perfeito, tinha aves que ao chocar seus filhotes saiam gritando de alegria, como que se estivesse comunicando a todos que seus filhotes nasceram.
Bichos que ao parir pulava de alegria e soltava urros, como se estivessem gritando de felicidade.
Outros ao ter seus filhotes os mudavam de lugar rapidamente, para as feras não atacá-los carregando eles na boca até onde ficariam sem perigo.
E tem aqueles que carregavam seus filhos nas costas, sem se preocupar se iam cair ou não.
Outros carregam seus filhotes na bolsa da barriga.
         O criador estava abismado com o que ele mesmo tinha feito, não imaginava que um sonho fosse lhe causar tanto espanto e trazer tanta beleza a seus olhos.
Como uma visão em sonho, iria tornar em realidade um mundão daquele.

“Cada tempo que passava, mais gostava do que tinha feito, falava sempre com seus bichos e aves, que nunca deixou ele sozinho novamente”.

Sempre tinha um de sua criação por perto, até trazia um carinho para seu senhor.
Com isso o tempo e tempo iam passando, quando chegava o tempo de um partir, morrendo, todos os outros fazem a maior barulheira e berraria e os cantos das aves zuniam por todo o universo.
         Não há tristezas entre eles, não foram criados para ficarem tristes mesmos tendo alguma dificuldade de viver.
         Nem mesmo com aquilo que o senhor tinha lhes dados, a morte.
         Vez em quando o criador dava uma caminhada pelo novo mundo e a maioria dos bichos acompanhava o.
Eles iam formando uma fila imensa atrás dele, como é bonito aquilo.
Dá a impressão que é uma festa a qual eles iriam, pois acompanhando o criador todos festejavam e cantavam.

         Com isso ele ainda mais se alegrava com tudo e com todos em seu mundo novo.
         Mesmo passando por tempos difíceis o criador agora estava alegre com todos.
Pensara ele, precisa ser destruído algo de ruim para que o bom permaneça.
         Foi o que fiz com meu pensamento mudado, tomei vidas, mas muitas vidas têm agora em grande escala, as quais me confortam e não me deixam sozinho novamente.
         Sei que sou o senhor de todos e continuarei sendo até o fim do meu mundo, sei que haverá de acontecer algum longo, (ano).

         E já mais deixarei de cuidar do que é meu, tomarei conta e permanecerão alegres sempre.

         Passaram tantos longos que o criador até tinha esquecido que tinha havido coisas ruins dentro do seu mundo.
Estava agora acostumado com as belezas e maravilhas e com a calmaria de seus bichos e aves.
Então convocou todos comandantes de todas as espécies e se juntaram em sua frente para escutar o que ele tinha a dizer.
Agora que estão aqui vou dizer o que vocês irão fazer, tenho uma relação de todos os bichos e aves viventes na camada sólida e como também tenho uma relação de todos os viventes no liquido.
E nesta relação irão constar nomes de cada uma das espécies que eu os criei.
Assim saberão por nome suas espécies e ficara mais fácil de eu comunicar com todos.

Entregando a relação que fizera a cada comandante de cada espécie foi colocado nomes em todas elas.
Surgem então nomes de cavalos, porcos, tatus, galinhas, formigas, cobras, elefantes, tubarão, sardinhas e tudo que existe teve seu nome escrito no livro da existência, ficando assim mais fácil de se identificar.

Quando tinha que falar alguma coisa chamava a espécie tal e pelo nome e não mais ficavam misturados uns com os outros, estava então ficando como ele queria cada coisa em seu devido lugar e em conjunto.
Vai então para seu aconchego e dorme tranquilamente sonhando e tem também uma visão com os nomes de outras espécies, agora as que nascem da terra e dão folhas frutos sementes e batatas.
Vem então o nome da plantas como arvores cipós capins e cada qual de uma espécie.

Em seu sonho teve a visão de um tudo dos nomes de cada coisa existente que ele criou como terra céu sol, água pedra e tudo que tem, passa a ter um nome, por ele desejado.
Colocando também nomes no espaço e tudo que se tem nele.
Com a visão que teve dentro de um sonho estando também dormindo conseguiu definir nomes para tudo e todos os da existência que fez.

E a vida estava em paz, cada um seguia o que desejava seguir, pois não mais intrometera nas causas do viver de todas as espécies;
Estando ele agora sentindo bem já não mais se preocupava com os viventes, eles estavam sobre o comando dos seus chefes criados por eles mesmos com votação, o eleito foi o mais votado pela maioria em conjunto. 
Mal sabia ele que tinha construído um grande jardim, mas dentro daquele jardim estava o verdadeiro paraíso.


Sabia o criador que iria acontecer muitos fatos, onde estava vivendo todos em harmonia.
Lá de vez em quando dava uns ventos fortes umas trovoadas um ajuntamento das camadas da do corpo sólido, mas isto não era nada; Coisinha insignificante, o criador tinha determinado que aquilo de vez em quando fosse acontecer.
Os viventes já tinham acostumados com tudo aquilo nem mais se importavam, com a barulheira dos trovões;
 E nem com a ventania que vinha de vez em quando.
Eles tinham ajeitados locais de abrigos, para que quando desse uma chuva forte ou ventania, eles pudessem se esconder.
Já os bichos de porte grande não fizeram nenhum abrigo especial, simplesmente encostavam-se a uma árvore grande, pronto estava protegido.

         Naquele jardim estava mesmo tudo tranquilo, tirando o fato de ter caçadores carnívoros, pois o criador permitiu que aqueles que gostassem de carnes que continuassem suas batalhas para retiradas de alimentos tanto no claro como no breu. 
Os caçadores noturnos vinham sempre à espreita para dar o bote em pequenos animais.
Mas sempre se davam mal porque sempre tinha uma que os avisava com seu canto noturno e todos se escondiam, nem mesmo via se os olhos dos pequeninos.
Com isso os caçadores noturnos estavam em fase de sofrimentos, porque tendo os pequenos animais um protetor de um canto alto que toda a uma distância se ouvia então os caçadores noturnos ficavam somente na sobra do nada.
E pelo clarear os pequenos animais faziam festa para aquela que seria a mãe da noite, está tinha os olhos bem arregalados e vivia durante o claro sempre em tocas, mas sempre estava disposto denunciar os loucos devoradores noturnos.

         Já com os caçadores da claridade era bem mais difícil, por que além de ser várias espécies eram sempre mais ferozes do que os noturnos.
         Com isso os pequenos animais sofriam muito para se esconder.
Estes chegavam tão rapidamente que nem dava tempo de saber de onde tinham saído, quando viam eles os atacavam e sempre um entre toda a manada era por eles derrotada.

         Não que o criador achava aquilo bonito ou satisfatório, mas porque ele pensara já dei minha palavra a eles e não irei mudar já-mais.
         Se gostarem de carne que viva da carne, se bebem sangue que bebam.
Também sentirão muito mais doenças do que aqueles que não vivem de carne e sangue.
         Pois toda doença que existir dentro do corpo daquele que não come carne será passado um pouco a mais dela para os que comem.
Assim tinha dito o criador do imenso mundo novo a todas as espécies existentes no belo jardim.

Tudo estava tranqüilo no mundo novo do criador e em um final do breu, noite, onde todos descansavam, era o exato momento da saída do fogo, sol.
Para que viesse o brilho do grande claro, dia.
Sai de onde não se sabe um bicho muito feroz, o qual tinha sido chamado por leão e começa atacar todas as galinhas e outras aves um pouco mansas, que não saiam para muito longe, estavam sempre juntas e o leão começa a matar muita delas.
Outro bicho um tanto feroz como o leão vem em defesa das galinhas, este é chamado de cão.
         O cão e o leão lutam bravamente, o cão em defesa das galinhas e o leão com sua raiva, queria de toda maneira acabar com o cão, assim ele tomaria as galinhas por alimento.
O leão é bem mais forte que o cão.

Mas sempre foi um pouco mais pesado do que o cão e na luta dava a impressão que o leão ia perder a briga.

         Aquele cão entrava por baixo do leão e saia por outro lado, muita das vezes ele passava por cima do leão, sempre mordendo e arrancando lascas de seu couro forte.
Até nesse ponto o cão ia ganhando a luta, o leão ficava de pé e descia em cima do cão querendo matá-lo, mais com a agilidade do cão, não estava sendo fácil de atingi-lo.
         Sendo o cão muito ágil corria a certa distância e voltava fazendo o mesmo com o leão.
Só que o cão acertava o leão por baixo com isso arrancava lascas em sua barriga.

Todos os animais rodearam para ver a briga entre o cão e o leão, uns até uivavam e outros berravam chamando atenção do criador.
Todas as galinhas e todo tipo de animais faziam muito barulho, até os pássaros cantavam com seus cantos desafinados para chamar atenção do criador, desafinaram para confundir assim o seu senhor ouvir.

         O criador não estava nem ai, pois achava que eles estavam brincando uns com os outros, era de costume.
O tempo ia passando e a luta continuava entre as duas feras.
Até um determinado ponto o leão estava bem ferido pelo cão;
Com isso o cão ia ficando cada vez mais violento e partia em cima do leão sem parar.
E o leão cada vez mais enfurecido, pois não estava conseguindo acertar o cão e ele estava disposto a matar o cão assim o almoço estava garantido.
Os dois estavam muito ensangüentados.
O cão já não estava muito bem tinha levado desvantagem com a força do leão, mesmo assim continuava em defesa das aves.
Passa-se um tempo então o senhor acorda e percebe que aquilo não era uma brincadeira e vem ver o que estava acontecendo e vê a luta entre as duas feras.                                            O criador grita com eles e pede para parar aquela briga, mais os raivosos não obedecem ao pedido e continuam a brigar.
O leão erguia-se nas patas traseiras e descia sobre o cão que agia com muita rapidez e cascava fora do macho feroz.
Aquela briga entre os dois não terminava, pois mesmo sendo ferozes tinham um pouco de respeito um pelo outro.
E vendo que o criador estava ali, o leão já não queria matar mais o cão, pois tinha medo do que poderia vir do seu criador.
         Pensava o leão se eu matar o cão nosso criador poderá exterminar a mim e toda a minha espécie.
O mesmo pensamento estava tendo o cão, sei que sou bem mais fraco que ele, mais eu poderia ser um pouco mais ágil e penetrar por baixo e acabar com a vida dele.

Mas se o nosso senhor por causa de eu exterminar minha espécie, então eles se atracavam, mas temia um pouco e o sangue de cada um ia saindo aos poucos, a cada mordida era um buraco em seus corpos.
Nessas alturas quem estava levando mais desvantagem era o leão, sendo grande e de peso e não tendo agilidade como a do cão sempre era mais acertado pelo inimigo e sempre nas partes baixas.
Tentou mais uma vez o criador apaziguar a briga entre as feras mais nada estava adiantando, os dois com aquele ódio queria mesmo era derrubar o outro, mas tinha medo do senhor.
         Vendo então o criador que não lhes não obedeciam, gritou com eles, e deu um sopro de misericórdia, fazendo assim com que desse um tempo na briga.
Um ficou a certa distancia do outro e o cão mesmo com alguns cortes profundos em seu corpo resmungava sem parar.

O leão escumava e babava a boca, arreganhando a boca mostrando lhe os dentes.
Como que dizendo que estava a ponto de bala e pronto para matar seu inimigo.

         O mesmo pensava o cão sei que sou fraco, mas se eu der uma mordida no lugar certo eu acabo com ele.
O criador lendo seus pensamentos planejou tudo para depois executar.
E vendo que deram um tempo quis saber o porquê da briga.
       As galinhas com toda algazarras comunicaram os fatos para seu senhor, dizendo que fora atacada de surpresa pelo leão que ia fazê-las de alimentos.
E ainda disseram que o cão veio em auxilio delas.
O criador vendo que o cão ficou muito machucado assoprou em seu corpo e curou as feridas e mandou o leão embora, dizendo para não mais chegar até suas galinhas e o cão.
E assim as galinhas e as outras aves ficaram em paz por bastante tempo.

O leão entrou mato adentro e ficou por muito tempo sem sair, mas guardou aquele ódio, pois não tinha conseguido fazer o que queria.
Já o cão ficou sempre perto das aves sempre vigiando as de tudo.

         Passa-se então muito e muito tempo, e no começo do breu o leão sai à caça.
E depois de andar muito se dá de encontro com uma manada de búfalos e ataca enraivada e com muita astúcia de primeira atinge um filhote de búfalo.
A mãe vendo aquilo parte em cima do leão defendendo o filhote, não pode com a fera e é jogada longe, enquanto isso o filhotinho se debate para levantar.

         O leão percebe e vem por cima dele atingindo em cheio matando o, ali mesmo.
Os outros búfalos vendo aquilo vêm em ajuda da búfala, mais o leão sendo esperto joga a caça em uma vala, para depois saciar.
Todos os búfalos partem em cima da fera o fazendo correr para dentro do mato, eles vendo que o filhote tinha sido morto entristecem com o fato,
Mas não havia o que fazer a não ser deixar o filhote ali.
Depois de um tempo a manada dos leões vieram e saciaram com a caça que ficou na vala.
                  
         O criador via aquilo mais não ia fazer nada, pois tinha feito o compromisso de não mais entrar na vida de seus criados, por tanto todos tinham o direito de fazer a livre escolha de vida.
         Tempos depois formam uma manada de leões e saem em uma caçada, vendo outra manada de girafas sendo estes bem altos, mesmo assim os leões as atacam.

         Via o criador à luta dos leões para pegar algum delas, ai percebe a agilidade e a astúcia que os leões tinham.
Na luta os leões davam um jeito e acabava por tombar uma no chão, mesmo sendo um bicho tão alto.
Os cães vendo o desespero da girafa partem em ajuda a coitada.
A girafa é socorrida pelos cães, que consegue se levantar e sai buscando a sua manada.
Infelizmente os cães são atacados pelos leões e travam uma luta desesperadora.
É uma luta sem trégua onde os leões deixam bem machucados os cães que forje gritando de dor.
Os leões não conseguem no momento fazer sua caçada virar em alimento.
Então passa se um tempo e novamente estavam lá os leões procurando a caça e vê um grande e gordo elefante sozinho na beira de um rio (líquido).
Eles chegam e ataca o elefante indefeso e sendo muitos os leões acabam com a vida do elefante ali mesmo.
Estavam devorando o elefante e o criador via tudo aquilo tendo uma idéia no que seria feito.

O criador convoca então todos para uma reunião, agora não somente os comandantes das espécies, mais todas as espécies;
.Ficando todos na frente do senhor, ele então determina uma nova ordem e faz uma nova lei, dizendo para todos ouvirem.
Eis que de agora em diante, já que não me obedecem, tenho uma lei para ser comprida entre todos e todas as espécies vão respeitá-las, será uma ordem.
E esta lei terá que aturar - lá ate o finito. 
O cão passa de agora em diante ser o amigo mais fiel dos fieis amigos e isto é para o todo sempre.
Já o leão será o rei de todos e não mudarei minha idéia, assim sendo terão que respeitá-los.  
  
Eu vinha notando e vi que o cão por mais faminto que estava defendia o que poderia ser sua caça, depois de morta.
Com o leão é diferente ele é arrogante e não submisso a ninguém, estão sempre à frente com sua valentia.
Desde agora isto será comprido, aqueles que não acharem por bem que enfrente o leão agora.
Somente o canguru não aceitou a lei, por ser um bicho muito esperto e sabendo bem se defender tentou enfrentar o leão.
Então começaram a luta para ver quem tinha direito ao titulo de rei. 
Frente a frente leão e canguru, o leão rodava em volta do canguru arreganhando a boca e mostrando os dentes, mais não atacava o canguru, esperava ser atacado.
O canguru ficava bem no centro da roda que o leão fazia esperando o momento para atacar o bicho.
Tanto canguru como leão estava esperando um atacar o outro.
Vendo que o leão não atacava, o canguru então partiu para cima do bicho.
Com muita rapidez jogando suas patas traseiras no leão que somente defendia.
Tornava a voltar para trás e novamente vinha em direção do leão, mas o leão saia fora do golpe do canguru e assim foram vários ataques, mas o canguru não o acertou.
Teve um momento em que o canguru deu o ataque, mais errou novamente o alvo, aproveitando do erro que o canguru teve o leão acertou o canguru, com seus dentes afiados cravou no pescoço do canguru que caiu ali mesmo instantaneamente morto.
Assim passou então ser para todos, rei dos bichos e o cão o amigo mais fiel.
Pensava o criador que foi um solitário dentro de um vácuo, onde só existia ele e as profundezas de um universo, que ele havia construído para sua existência, ali agora já não era mais um oco sem vida e sem nada.
Ali tinha de um tudo e continuava a se desenvolver a cada tempo muito mais.
Tudo estava completamente cheio de tudo e de todas as espécies existentes da época.

Como tinha dito que não mais iria entrar no viver de cada um que ali esta em existência.
Quase se arrependia de ter dito isto, pois ao ver a disputa que estava ocorrendo ali entre as feras,
Ele se entristecia, mas tinha que manter o que dissera.
         Mesmo tendo feito um acordo entre eles, de cada espécie viver em seu local, tinha aqueles que não respeitavam.
Tinha aqueles que durante o breu saiam de seus locais e iam ate a localidade dos outros para atormentá-los causando assim uma trava briga entre eles.
Como tinha previsto o criador, deixando os tomar contas de si logo aconteceria o pior, mesmo sabendo disso deixou os por conta.
        
Pois havia dito que eles teriam que se safar dos males que viria a frente.
Agora cada um tinha seu sofrimento, sendo eles mesmos os causadores, pois os provocaram com suas ganâncias e desobediências.
Muitas doenças estavam aparecendo nos viventes, muitas plagas nas plantas começavam a existir e muita coisa de ruim estava aparecendo.
E com tudo que estava acontecendo o tempo ia passando mesmo vendo as coisas piorarem os bichos e aves não se redimiam.
Então passaram se muitos e muitos longos, (anos), e começa então uma batalha entre duas espécies, uma querendo ficar com o local da outra, era uma grande guerra entre elas.

O criador então tinha que colocar uma nova ordem para terminar com aquela briga, mas deixou percorrer o fato para ver onde ia parar.
As feras não davam trégua e sangue escorria por toda parte, pois nem uma nem a outra queria perder, eram chifradas coices empurra e empurra e o criador só observando, até então não fazia nada.
E a luta ia transformando em mortes de animais, muitos estavam rastejando.
Quando o criador viu que um pequenino filhotinho foi morto se desesperou então teve a idéia de terminar com aquilo.
         Chamou os leões e mandou que eles terminassem com aquela guerra entre as outras espécies.
         Os leões chegaram já atacando todos os animais, fazendo assim eles separem rapidamente, cada um foi para um lado e os leões aproveitando os mortos tiveram a melhor ceia de todos os tempos.
         Um dos bichos ferido, falou com seu senhor, porque não muda a regra que foi dita.

O criador disse que jamais iria mudar o que fora dito por ele, se quis assim, assim seria e para o todo sempre.
E assim continua, sempre que acorre qualquer tipo de desarranjos entre as espécies, quem vem para apaziguar ou terminar com tudo são os leões.

        

Capitulo
12



E
m meados de um tempo, o criador parte para uma visita aos outros locais da existência, os quais ele tinha construído, mas não os conhecia de perto.
Então sai a caminho até outros da existência dentro do universo.
E com isso toda a sua criação ficou órfã por uns tempos, por isso ficou assim os comandantes das espécies a tomar conta dos seus, organizando tudo e colocando sempre as coisas em seus devidos lugares.

         Dá-se então um finito de claro e o fogo estava entrando.
Surge uma manada de cavalos galopeando com um grande estouro vindo rumo a uma manada de porcos que estavam pastando em uma beira de brejo, já existente.
A manada de porcos se assusta com o estouro dos animais e se jogam dentro do brejo onde tinha muita água passante e como era início de breu a maioria morre.        
Alguns do que salvaram atravessaram o brejo se perde da manada, fazendo assim, um esparrama mento de porcos por toda a parte do corpo sólido.

Separando macho com fêmea.
Duas fêmeas e um macho ou fêmea com fêmea ou simplesmente macho com macho.

Os cavalos também com o estouro que deram, começou a se repartir em pequenos grupos e assim também fizeram divisão ficando em vários lugares do corpo sólido, (terra firme).

Tanto a manada de porcos como os de cavalos perderam se de seus comandantes isolando-se.
         Também em um final de tempo já no começo do claro o criador não estando presente, outra partilha aconteceu.
Talvez por faltar alimento ou algo um pouco diferente não se sabe, os caprinos ovinos e bovinos partiram se dali buscando outros locais para viver;
Então mais um deslocamento de animais ocorreu.
         Tudo ali se dava sem a presença do criador, como havia dito que cada qual seguia ao próprio comando, ia acontecendo às separações sem a presença do criador.
E assim foi ocorrendo divisão em todas as espécies existente da face da terra, como também dividindo os das águas, nas pequenas águas ficaram os de porte menores.
Somente os pequenos ficaram nas águas de pequenas correntezas, os grandes evacuaram para as grandes ondas salgadas.

E assim também foi feito com repartição dos peixes e de outros existentes dentro das águas.

E com toda a fera e não fera foi feito à divisão, parecia que tinham combinado de se separar em grupos ou em par, seguindo caminhos diferentes por toda a camada sólida.
O criador chegando de sua viajem sabia que agora seu trabalho era bem mais que antes e bem mais difícil, pois tinha que olhar em tudo e em todo o universo de existência.
Sabia também que toda camada sólida precisava seres vivos, por isso não entreviu em nada deixando os fazerem o que achavam melhor.
E também não responsabilizou nenhum dos viventes pelo descumprimento do que havia dito, pois também dissera que tinham o livre viver.
Teria ele agora que estar sempre olhando para toda camada sólida em toda parte onde existisse o liquido transparente e o sólido, como também olhar para o azul e sua coligação de existentes.

Mesmo assim ele estava maravilhado com tudo aquilo era o paraíso em seu jardim nos seus pés.
Poderia mudar no tempo em que quisesse para melhor ou piorando o que já havia construído, não! Ele deixava tudo correr na forma em que tudo ali se ajeitava.
Dava a cada coisa existente o direito de fazer ou se refazer da forma que achasse melhor e ele observava tudo, sentindo às vezes vontade de impor, em alguma coisa que não estava achando conveniente para seu mundo novo, simplesmente aquietava.

         Agora tinha ele que se deslocar para toda a face e tomar conta de sua criação em cada canto e com isso o cansaço era visível, mas não ia fraquejar, pois tinha feito para ele e dele era.

“Em uma parte da terra onde há muita areia, foi deslocado grupos de bichos, de porte grande”.

         E neste lugar é completamente seco, pois água ali é muito escasso e o fogo ali, se torna muito forte por não ter vegetação.
Este grupo de bichos não estava achando alimento suficiente para alimentar e nem água.
Os sofrimentos deles era muito triste viviam andando de um lado para outro em busca de alimento e água.
O criador vendo aquele sofrimento da então uma ordem para todos, que deixassem o lugar e fosse à busca de outro local para viver.
         A maioria obedeceu à ordem, mais tiveram alguns que de tão cansados e enfraquecidos não agüentaram e permaneceram naquele lugar.
Estavam tão cansados que nem mais se moviam do local, sendo bichos de porte grande se arrastavam pela areia, todos molhados de suor e uma camada de sal formava em seus corpos, de onde passava a língua e com a saliva se sustentava por algum tempo.
         Assim continuava a luta para vencer a morte, saliva e sal do próprio corpo os faziam permanecer vivos.
         O fogo sendo muito forte (sol) ainda mais os enfraquecia, somente durante o breu (noite) era que tinham um pouco de alívio.

O criador vendo o sofrimento dos bichos teve então a idéia de fazer com eles, uma diferença entre os outros viventes.
         Chamando-os até e assim o criador os disse comeram de quando em quando e beberam de tanto em tanto.
Seus alimentos encontraram em alguma planta de grande altura em alguma parte do árido.
E a água que beberam será tirada da própria planta, pois haverá com abundância dentro deles.
Com isso os grandalhões passaram a viver melhores e um pouco mais fortes como gigantes naquele local do corpo sólido.

         O criador basicamente planejava e as espécies viventes tanto no sólido como no liquido transparentes, por conta deles mesmos executava o que tinha planejado o criador.
E tudo foi aos poucos se organizando e em toda a parte onde existem viventes se ajeitou de forma não secundária, mas com a super inteligência de um sábio.

         Viver no mundo novo de existência é um privilégio para os que seguem as normas da criação e de seu criador.
Ali estava sendo desenvolvido tempo a tempo e a cada tempo que se passa torna mais graduado e torna se perfeito aos olhos de seu criador.
Via o criador coisas a qual teria que mudar para o melhor, mais ao mesmo tempo pensara se mudar tem que mexer na receita e no fermento da existência, deixava tudo como estava e prosseguindo de forma não tanto rápida, cada coisa ia se desenvolvendo de maneiras diferentes umas das outras.
Como cada espécie estava se ajeitando em lugar diferente para permanecer e passar o resto de suas existências ali onde escolhera.
Via então o criador que seu mundo estava ainda mais belo, pois cada animal ave ou os viventes das águas estavam se encaixando dentro da existência e se fecundando para maiores quantidade das espécies.
         O criador tinha ate esquecido das desavenças dos que provocaram antes, agora já não mais preocupava com alguns desarranjos que acontecia de vez em quando, como uma ventania mais forte ou uma tempestade de águas.
Como também alguns desarranjos dentro do corpo sólido, vez em quando ele se ajeitava suas camadas.
Mesmo um fogo mais alto que saia de dentro do corpo tinha sua explicação era para colocar alguma coisa de ruim sendo queimado para fora.

Sabia ele que tudo ali estava acontecer para a evolução e ajeitamento da base e isso iria acontecer até o fim.
Sabia ele que o corpo sendo em cima do liquido, algumas vezes o liquido ia balançar com o peso do sólido e isso iria causar alguns danos.
Isso já não mais incomodava nem a ele e nem a seus viventes. 

Agora ele estava mais contente, pois estava surgindo novas criaturas sendo nascidos da velha criação a qual sendo a primeira a ser colocada dentro da existência do viver.
Tudo estava acontecendo como sua visão havia mostrado dentro do sonho em que teve, quando estava só dentro daquele vácuo de não existência.
Agora teriam no começo alguns desconfortos, mais ao passar dos tempos iriam se ajeitando.
         Por isso não estava preocupado, sua preocupação era com todos viventes que rodeavam o corpo sólido (terra) e o liquido,
(água), teria ele que alimentarem todos e cuidar de todos igualmente.
Vendo ele que as sementes que caiam nasciam e dava à mesma quantidade de alimento para pastagens assopra em todas as espécies de verde e faz com que tudo se redobre com abundância incalculável.
Assim nada faltaria para seus criados e que têm fome.

Então cada semente que caia, nasce outra planta e essa planta dá novos alimentos e novas sementes vão se alastrando por todo o corpo sólido, (terra) e dentro do liquido, (água) para continuar a existir aqueles que necessitam de sua existência.
Como todas as espécies tinham separados e em alguns lugares tinha ficado casais de bichos ou simplesmente algum sozinho, como também em outros lugares tinham somente dois machos ou duas fêmeas estava o controle de natalidade diferente.         
Pois o criador tinha determinado que para o aumento de raças tivessem que fecundar e como em alguns lugares não tinha macho e fêmea estava ficando desprovido­-
        
Como não tinha eliminado a vontade de manter uma relação entre fêmeo e macho e havendo em lugares muitas fêmeas e poucos machos ou muito machos sem fêmeas, como também tinha os solitários.
         Começa então a travar uma vontade de manter relação com outro, virando assim uma epidemia de desejos entre eles.
Passa então fêmea procurar fêmea, como também macho com macho, para satisfazer seus desejos.
Ou aqueles locais em que tinham três fêmeas e um macho, começam a manter a relação entre todos fazendo assim um agrupamento.
         Tendo aqueles solitários, começam estes a se promover relação praticamente só e com objetos diferentes como uma ponta de madeira.

         Ou algo parecido.

         Assim foi então o começo de desejos, os quais foram tornando insatisfatório dentro de todo tempo existente.
         Via o criador aquilo, mas como ele tinha dado o direito de livre viver, não poderia fazer nada para que se parasse com aquele modo de relação.
E se ele tentasse desfazer o que tinha dito como ficariam aqueles de desejos insatisfatórios, sendo ele mesmo que deu a todos os direitos e o gosto do desejo.
         Então o criador não iria penetrar nessa questão, iria deixar para que seus subordinados no finito viessem a resolver e assim continuou.
Ele via um macho com outro ou mesmo uma fêmea com outra e até mesmo um solitário fazendo seus desejos com algo estranho e extravagante.
         O criador se entristecia vendo aquilo, mas pensava logo em seguida, não devo fazer nada, pois fui eu mesmo quem deu o direito para eles, portanto tenho que deixá-los, Seguir.
         Eis que não tenho para comigo mentira ou retaguarda daquilo que propus a dizer.            
E assim os longos e longos tempos, (anos) foram passando e a cada tempo ia enchendo o corpo sólido e o liquido de viventes, tanto de bichos aves como de marinos.

         Não havendo mais tanto nutrimento para todos os existentes, começam a passar fome dentro do liquido como no corpo sólido.
Pois tinha o senhor partido para uma viajem de muitos e muitos longos tempos e com isso não iria voltar tão cedo.
E ai começa a batalha para sobrevivência e como não estavam encontrando o suficiente, volta então a matar um ao outro para se alimentar.

Desta vez espécies contra espécies, também começam então alimentar de sua própria espécie, um matando o outro para não deixar de existir.
Estava então se transformando em devastação de vidas e a carniça agora era mais forte que nunca, pois um ao matar o outro não conseguia ingerir todo o corpo deixando assim restos esparramados pela imensidão da superfície.
Como ficavam restos mortais em altos e baixo também boiando no liquido uns sem partes de cima outros pela metade era uma ruína sem fim, onde as aves negras não davam conta de consumir os detritos deixados pelos outros.
         A carniça se esparramava pelos ares em proporções infinitas.

Tinham perdido completamente a capacidade de entendimento e não havia mais a sabedoria para saber o que era certo ou errado.

         Transformaram se em devastadores da sua própria espécie, tornando se assim uns loucos por ver sangue, já não era mais pra sustentar seus desejos e falta de sustança dentro de seus corpos.
Tinham se transformados em guerreiros sanguinários, agora eram somente desejos de ver outros estirados pela planície em pedaços ou simplesmente matar por matar.
O mais forte ao ver um fraco, caia sobre ele e derrubava estirando sobre o compactado, extinguindo sua existência ali mesmo sem uma compaixão de remorso, simplesmente matava.
E dentro do líquido estava acontecendo o mesmo, os grandalhões arrebentavam com a vida dos pequenos deixando os boiando.
Ao voltar o Criador vê tudo que estava acontecendo.
Agora sim o Criador se entristecia de ver tudo aquilo, pois não mais tinham ouvidos para escutar lhe e nesse ponto não mais adiantaria falar ou dar ordens.

Todos tinham perdido a noção até mesmo da existência em que cada um tinha direito, era uma verdadeira batalha para sobreviver, sendo que cada qual dos viventes tinha que se esconder para não ser exterminado por outro.
Fazem do mundo sonhado pelo criador uma imensa guerra, onde os grandes acabavam com os pequenos e não tinham compaixão.
         O Criador tentava dizer que aumentaria os alimentos necessários para saciar-lhes, mas tinham que acabar com aquela injusta guerra.

Já não mais davam ouvidos ao seu Criador que os criou com muito amor e agora desobedeciam não dando mais atenção em seus dizeres.
Estavam completamente alucinados por sangue,
Os mais fortes estavam fazendo uma varredura nos pequenos e quando invocava grande contra grande, juntavam se vários em um e exterminava o deixando o jogado ao leu.

         E agora completamente entristecido estava o criador de tudo e de todos, pensava o que fazer, pois já não mais tinham respeito por ele, estavam fazendo o que queriam.
O senhor dos seus, pensara de todas as maneiras, como terminar com o que estava acontecendo, não achava uma solução para ter um fim.
        
Os guerreiros da desobediência matavam e matavam sem sequer um pouco de reparo no que estavam fazendo aquilo tudo já não tinha mais fundamento.
O cheiro da carniça era tão intenso, que nem mesmo o criador e os próprios guerreiros do mal estavam conseguindo agüentar e mesmo assim continuavam a executar outros.
         E quanto mais a carniça fedia, mais entrava pelas entranhas e dava mais desejos de matar.

Tentou então o Senhor Criador fazer uma vira - volta no seu jardim, como a um terremoto, para ver se acalmava os ânimos.
Assoprando mandou então que os líquidos balançassem e formasse grandes ventos trazendo grandes tempestades e que o corpo sólido se abrisse e mostrasse seu fogo ardente para o respeito que os tinham perdidos.
E nada estava adiantando para os guerreiros do mal se acalmar, mesmo com um pouco de devastação causada pelos ventos, pela chuva com raios e travões e nem mesmo com um fogo ardente que saia da camada sólida, os faziam ajoelhar.

         Manda então o senhor fazer um deslizamento de grandes pedras e acompanhando todo tipo de verdes pela ribanceira abaixo, também com grandes movimentos os líquidos enchendo assim a terra, mas não destruindo os viventes, mesmo assim não se curvavam perante ele.

         A grande inflamação guerreada tinha atingido todas as espécies e nada fazia com que elas dessem atenção aos acontecimentos em sua volta.
Nada mesmo estava pondo um fim naquele conflito de desobediência não havia quem os fizessem os parar com a batalha de destruição e mortes, pois o gosto maior de ver sangue escorrer era maior que o desejo de viver.

         Via então o senhor que nada estava adiantando e não será com pequenos desarranjos que iria por fim a desordem e desobediência, pois a fúria já não estava mais em seu controle.
         O Criador estando agora inquieto e muito triste, pois o que tinha virado seu lindo mundo, seu jardim tinha se tornado em um inferno.

Não mais estava satisfeito e de uma maneira ou de outra iria pôr um fim.

O Criador agora tinha definido que iria colocar um fim na guerra dos sanguinários, tinha já planejado completamente a destruição de todas as raças ali existentes.
 Mais ali uma espécie se curva
Cada sopro que o senhor dava em alguma coisa, para manifestar seu desejo de colocar ordem onde já não as tinha.
Aquela espécie além de abaixar se, ainda pedia em lamento ao senhor para acalmar todos os guerreiros sanguinários dizendo és tu o criador.
Da nos com sua benevolência a misericórdia.     
Ainda mais o senhor criador se entristecia, pois havia ali uma espécie que temia o e louvava mesmo com seus fazeres.
Cada vez que o criador assoprava e vinha algo para tentar colocar a guerra um pouco mais calma, aquela espécie se curvava perante o senhor.

Então vendo o criador que aquela espécie, estava sendo devastada e não agia ficavam completamente imóvel, quando os guerreiros do mal os atacavam.
Eles nem mesmo se defendiam dos sanguinários do mal, simplesmente abaixavam e muitos deles morriam ali mesmo.
O criador chamando eles e disse, eu dou a vocês o poder de pular de galho em galho para fugir do ruim, assim saiu à manada de macacos saltando de galho em galho fugindo de tudo e de todos.
Ao receber do criador aquele dom, agradeceram de uma forma que nem mesmo o senhor esperava, mostrou ao seu criador a inteligência e sabedoria que estava escondido dentro deles.
Dando os acenos e risadas com gestos meigos ao senhor.
         Continuava a luta entre os bichos e aves e os viventes das águas, pois tinha cessado a ventania a tempestade de águas e o deslizamento de pedras e verdes existentes no topo.

         Enquanto isso a manada de macacos saltava daqui para ali em busca de esconderijo, não mais foram atingidos por nenhum mal.
Em agrado ao criador levava o ate ele na forma de agradecimento, grandes e belas frutas colhidas no momento exato dentro do jardim.
E com isso o criador ia poupando a vida de todos, até mesmo dos sanguinários que desrespeitaram o e desobedeceram.

O
 Tempo ia se passando e nada da desordem terminar, os guerreiros sanguinários continuavam a matar e destruir tudo que se encontrava pela frente.

         O criador estando em seu canto preferido, onde era de costume permanecer para o descanso e dormir, via de lá a crueldade que estava se arrastando por toda parte, via a dificuldade que tinha seus obedientes para escapar de tudo e de todos.
         Já não mais ficavam em um lugar sem que não viesse algum guerreiro da maldade para atormentar-los, tinha que pular sempre e estavam vivendo cansados e já nem mais tinha tempo de comer direito.
O criador olhava e imaginava como sonhou seu mundo,
Viu em seu sonho somente coisa boa, no sonho não viu maldade não viu destruição nem sangue e muito menos raça acabando com sua própria raça.
Tinha então o senhor um desgosto profundo estava entristecido e via de seus olhos gotas caírem sem parar.

Já não havia ali dentro de si uma alegria e nem mais entusiasmo de seguir com seu mundo, agora somente pensava em destruir aquilo que fizera com muita paixão.

No entanto seu pensamento fugia, pois via a raça de seus obedientes macacos, mesmo estando pulando de galho em galho para sair da devastação e derrame de sangue causado pelos sanguinários das maldades, continuavam felizes por existirem.
         E sempre agradecendo o criador por poupá-los da morte.
O criador entristecido aquieta-se em seu canto predileto, pede então que quando dormisse viesse um novo sonho para dar a ele uma sabedoria e uma nova solução para tudo aquilo, então começa a dormir.
Seu sono é muito longo perde se no tempo, por fim vem uma visão dentro do sono através do sonho em que estava tendo.
         Vê a solução através dessa visão dentro do sonho e a solução era claríssima; mostrava a ele como fazer para terminar com tudo aquilo.

Via então que poderia acabar com tudo aquilo e depois ter outro mundo novo. 
Olhando via o fogo suspenso caindo em velocidade rumo à existência abaixo, então rapidamente acorda.
Levanta rapidamente e percebe que não passava de mais um sonho, mais para sua tristeza vê a desordem que continuava a seus pés.
Também via seus obedientes pular de um lado para outro saindo dos guerreiros sanguinários, mas com um imenso sorriso em suas bocas e alegres como sempre.

         O que hei de fazer não tenho uma solução formada, para acabar com isso e parar o sangramento dos viventes.
Não posso destruir a todos, vejo que tem uma parte que me ama de verdade, se tiver que destruir-los destruirei a mim também, não quero por fim nos meus amados e amantes.
E com isso cada vez mais se amargurava, cada vez mais cansando e sofrendo com seus pensamentos.

         Quero ter forças sabedoria e distinguir o certo para fazer,
Estou fraco sobre efeito de impulsos não recebendo dentro de mim a cautela necessária para fazer o de correto.
Com esses pensamentos ainda mais o criador se enfraquecia, tendo então um cansaço extremamente impossível de agüentar sem ter que dormir e como tinha pedido que viesse a luz da solução para ele em sonho era então uma ordem. 
         Mesmo com o cansaço intenso ele fazia de toda a forma manter de pé, assim não teria sonhos, pois sabia ele que com seus pensamentos não haveria sonhos bons.
Então permanecia acordado mesmo com os olhos pesados de sono.
         Travava ele com ele uma luta de desejos, hora uma hora outro, pensava por fim, pensava deixar tudo como estava, mas via a desobediência em toda a parte de seu mundo que tinha criado com toda a perfeição como a de um paraíso.

         Mesmo com seu cansaço via seus criados por toda a parte, sabendo que ali agora em seu mundo reinava a desobediência a guerra à ignorância e a não compreensão.
Como desfazer agora se amava todos iguais sem distinção, ali estava o amor da sua existência e vontade de continuar vivendo.
Vendo se manifestar do seu amor incondicional uma tragédia sem finito e sem respeito, talvez por um descuido de criá-los sem especificar o quanto poderia dar, da suas sementes.
Deixando os aumentar a existência de outros através deles mesmos não contendo os e não parando os em certo tempo.
Pensava o criador, os deixei aumentar o quanto quis com seus fecundar.
         Agora não posso conte-los mais, já não sou o respeito, o sangue é seu senhor.
Com aquele pensamento forte, o criador não mantém mais seus olhos abertos e dorme novamente profundamente.

O sono chega forte, fazendo o sumir dentro de sonhos tendo visão e visão muito importante da qual ele teria a solução para acabar com a guerra sanguinária dos desobedientes.
Agora não dava mais para acordar, pois virou seu sonho a visão de solução.
         Dentro de seu sono, o sonho que agora via era uma destruição sem tamanha.
Primeiro aparecia o fogo suspenso e logo em seguida ia caindo com tanta velocidade, que nada dava conta de pará-lo.

Por onde o fogo passava ia queimando tudo, deixando simplesmente cinzas e atrás do fogo ia ficando um terrível buraco sem fim.
         Transformando seu mundo novamente em um vácuo de não existência.
Queria o criador acordar e sair daquele louco sonho, como seu pensamento era uma ordem e ele queria ter solução para resolver aquele problema o sonho continuava e não havia uma brecha sequer para voltar.

No sonho via que o fogo descia rapidamente e queimava tudo que havia na parte alta do infinito, deixava o azul cinzento, os brilhos e pontos de luzes se juntavam com o fogo e vinha rumo ao corpo sólido.
Virando tudo cinzas e cinzas cor de carvão, então pensava o criador o que fazer para não destruírem os meus obedientes.
         Eis que dentro do sonho, vendo o fogo cair surge se uma nuvem de fumaça branca em torno de si, fazendo uma esfera de proteção e nesse momento ele acorda soado e seu coração batendo como se estivesse batendo martelos, triturando!
         Ao acordar vê a sua frente um dos seus obedientes macacos com uma bela fruta nas mãos e a entrega para ele sorrindo.

Saltitante sai o macaquinho alegremente ao encontro de seus parentes.   

E com aquilo o criador já não sabe mais o que fazer, pois via no sonho a destruição de tudo que havia construído era um final terrível.
Para salvar ao menos aquela espécie o que fazer, sabia ele que não havia muito mais o que fazer, pois seu pensamento era uma verdadeira ordem, como ele tinha pensado em exterminar os viventes de seu mundo, agora era tarde.
Mesmo com seu coração partido e triste, tinha que executar a tarefa de destruir, sendo ele o poder não poderia deixar que seus criados dominassem seu Criador.
Via aquela espécie sorrindo e contente por estar vivo, seu coração ainda mais doía e seus olhos se enchiam de lagrimas de tristeza.
Logo, logo seu sonho ia ser transformado em realidade, a esperança era pouca para salvar aqueles pequenos bichos que eram para ele agora seu único amor.
Enquanto estava olhando seus únicos obedientes e pensando no que fazer para salvá-los da destruição, os guerreiros sanguinários continuavam a guerra entre eles, em toda a parte do mundo dos viventes.
O Criador agora via somente sangue e sentia um fedor que já não mais era suportável.
Com todo aquele pensamento circulando sua mente, não achava uma forma ideal para salvar seus queridos do fogo que já estava a caminho.
A tristeza e a angustia estava corroendo por dentro, sua vida também não tinha sentido, pois sonhando de ter uma vida não mais só.
Ele criou dentro de um vácuo um mundo onde poderia viver em paz e com todos juntos harmonizados.
Ali estava agora um mundo de perdição, um mundo de desobediência onde ninguém escutava ninguém e já não adiantava tentar fazê-los ouvi-lo.
A vontade de ver sangue escorrendo pelo liso era mais forte que qualquer palavra ou gesto, ali não mais poderia encontrar bondade.



Capitulo
Final


E
stando ele pensando novamente vem até ele um pequenino macaquinho com sua inteligência à prova, sorri e entrega uma pamonha de folhas da fruta preferida deles.
Aí o criador quase derreteu de alegria mesmo estando triste por dentro.
Viu como era inteligente aquela espécie e usando a sabedoria que tinha, o pequenino foi colocando uma folha em cima da outra enrolando, colocava outra e enrolava outra enrolava, assim fez uma grande pamonha.
O criador pegou a pamonha do pequenino acariciou o demonstrando um sorriso ao pequenino, então começou abrir-la.

Ia tirando da pamonha folha por folha e nada de chegar ao que iria comer, pensava o criador esse pequeno esta com brincadeira comigo e continuava a desenrolar a pamonha.

         Tirava folha por folha até a última e ao abrir, a pequena folha não viu o que pensava ver, achava que era uma fruta que iria encontrar.
        
Não e não era mesmo uma fruta, pois sempre os macacos davam a ele, de agrado uma banana e uma bem escolhida e apanhada no momento.
         E vê bem no meio da última folha uma sementinha da fruta preferida dos macacos.
Sendo a bananeira uma planta alta e seu fruto de vários tamanhos, como tinha uma sementinha tão pequena, como aquela.
O que queria dizer aquele macaquinho com aquele feito?
Eis que agora mais triste ainda ficou, pois estava ali a semente da continuação; teria ele agora que salvar não só os macacos também alguns dos outros, mesmo sendo desobedientes. 
O que fazer então se já estava a caminho a bola de fogo e vinha para destruir tudo até mesmo ele o dono e Criador de tudo.

Fecha os olhos cheios de lagrimas por uns instantes e começa lembrar-se da visão que teve dentro do sonho em seu sono.

Recorda então que no sonho tinha uma nuvem branca sobre ele formando uma bola sendo assim um véu bem transparente, mas muito resistente.
         Olhando o fogo e vendo que já estava bem próximo e seu calor já era insuportável, não resistível.
         Então o criador fica de pé e começa chamar seus estimados macacos para perto dele, como também fala com todas as espécies ali existentes.
         Se tomarem a mim senhor eis que salvarei de toda minha ira:
Não deixarei serem destruídos pelo fogo.
         Teve quem veio para perto do criador.
Pois já não mais estavam suportando o calor e pedem ao senhor, perdão.
Outros olharam por olhar e não deram confiança as palavras do criador.
         Desprezando-o.

         O desejo de ver sangue era mais que o desejo de viver.
Já estando ali todos em sua volta, casais de todas as espécies existentes e outros solitários.
Como ele havia dito se o aceitassem; como senhor. Ele os salvaria da ruína.
O criador chama a cortina de fumaça branca sobre eles e manda todos ficarem em silêncio e ver o que ia acontecer.
                  
Nesse momento uma grande nuvem transparente vai circulando-os deixando-os dentro dela como se fosse uma bola de proteção.
A fumaça terminando de circulá-los torna se uma camada de proteção para todos.

Nesse momento o fogo passa a ser somente labaredas e desce queimando todo o jardim daquele mundo do sonhador.
         Aquele manto foi então a capa para salvação do mundo vindouro.

De uma nova existência.
                                     
Para um novo início.....................
           

A receita completa para tudo que se criou e se desenvolveu e que tem o fermento para a evolução está com o Criador, o qual jamais foi aberto o envelope.

       
-”São seis horas e vinte e cinco minutos da manhã em algum lugar do nosso tempo”.
Acorda filha já esta na hora da escola.
Levanta, já, já o ônibus está chegando e você tem que tomar café,
Levanta filhinha!
Que sono pesado assim?
Levanta meu amor, a mamãe já deixou tudo pronto.
Oi Mamãe....
Oi meu amor...
Bom dia filhinha.
Mamãe, posso não ir à escola hoje?
Por que filhinha?
Você está com alguma dor...
Não, não tenho nada, mamãe, quero te contar o sonho que tive esta noite e se eu não contar agora eu me esqueço.
         Sabe mamãe sonhei com um jardim que foi criado pelo senhor, mas no fim este jardim foi queimado por um forte fogo vindo do alto e queimou tudo que havia dentro dele.
Pela desobediência e crueldade das espécies viventes dentro do maravilhoso jardim tudo foi destruído.

E o Criador me mostrava.... .

-“Você está atrasado meu bem, coloque um anel no dedinho, assim você não esquece do sonho e depois conta para mamãe seu lindo sonho!”.
        

Fim


Como é bom ser criança, vive em seu mundo tendo seus sonhos de fantasias.
Nós, os grandes, nem tempo de sonhar temos mais!
Vivemos em busca do bem estar.
Sempre lutando por bens matérias e esquecendo talvez de viver.
Somos guerreiros sonhadores perdidos na ilusão de ter tudo e do bom viver.
Estamos lutando contra nós mesmos e a nossa lança e de papel e não sabemos se conseguiremos acertar o alvo.

Do Autor....
Meu Professor Minha Vida
Contexto Espiritual, Assunto Intelectual.
Sonho de Uma História Sem Sono
Anotar de Minha Infância
Inferno no Jardim
Seu Beija Flor
Saga Amor e Ruína
Raio de Luz Ninho de Amor.
Bentinho, Príncipe das Trevas.
Minha Musa, Alma gêmea. Poesias
Sevo Feroz – (Patrício) = Fera Noturna



Agradeço sempre a Deus,
Por estar acoplado a mim nesta batalha.
Eu te louvarei, ó senhor de todo meu coração;
Em ti me alegrarei e saltarei de encanto.
Na hora e no exato andamento
Em que foi designado a Eu.

Senisio Antonio

Nenhum comentário:

Postar um comentário