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23 janeiro 2012

23/01/12 Qual o motivo

Qual o motivo
Eu tenhoque escrever tudo que acontece comigo nesta vida, pois como muitos dizem; eutambém digo, míngüem pediu para nascer, mas já que nascemos temos que viver.
Mesmo queesta vida seja uma vida desgraçada, e que não seja uma vida bela e direita, maso que é uma vida bela e direita.
Somente queriatrabalhar, nada mais que isso.
Vou explicar direitinho para que nãofique duvidas e que Deus me perdoe e depois não venha me encher o saco e não mecondene.
Tudo queestá escrito é o seguinte você anda na linha ou vai ser condenado, mascondenado do que, sem nem pedi para vir a esta vida, e nem um linha eu tenhopara seguir.
Já queestou aqui tenho que viver a vida, do jeito que ela me apresenta para viver; ounão?
Então minharesponsabilidade é até o exato momento que me lembro o que vem após com meuesquecimento, eu já não tenho mais culpa e está entregue nas mãos de Deus.
E ele sabeo que foi que fiz, então ate o momento exato em que me lembro pode ser de minhatotal responsabilidade.
Mas aopassar para o esquecimento, já não podem dizer que é tudo de minharesponsabilidade.
Torna-se responsabilidadede Deus, por isso Deus o criador não tem mais direito e não pode me condenar poruma coisa que talvez eu tenha feito fora de mim e de maneira nenhuma, querendoele ou não poderá colocar-me na cadeira dos réus.
Convidado para trabalhar neste fim de semana em um clube dedanças, onde eu ia ganhar quarenta reais para ficar na portaria, muito poucopor sinal, mas como estou totalmente sem dinheiro e sem emprego porque não ir,me pergunte.
Sei também que quando sai para ir trabalhar, era para ir-mede moto com o artista, mas ele atrasou e eu desci a pé, cheguei por volta dasdez e meia, e trabalhei normalmente a noite toda, até as três e vinte, quando sedá por encerrado a portaria e é liberada, assim quem está dentro do salão oumesmo os de fora podem circular livremente.
Aí nós os trabalhadoresda noitada, menos os seguranças tinhamos direito de ir até dançar um pouquinho,pois o baile termina sempre as quatro e quinze e com isso dava uma hora de divertimentopara nós.
Bem danceium pouquinho com umas duas mulheres e ao terminar o baile, fomos para o acerto danoite, que quer dizer, pagar todos que ali trabalharam, eu como fiquei naportaria somente ajudei contar os ingressos, para que o vendedor de bilhetesapresentasse a soma.
Bem aí vem o que talvez não pudesse acontecer,e é justamente o lance que eu não tenho que ter culpa ou ser condenado porisso.
Ate o exatomomento do acerto de contas, eu não tinha bebido nada de alcool, pois nossaresponsabilidade era manter tudo em ordem para não dar diferença na soma dodinheiro e como de fato não deu nenhum centavo de prejuízo.
Já terminado de acertar pedi um conhaqueao rapaz do bar e tomei aquele conhaque, até nesse momento em que digo que tomeio conhaque, lembro-me de todos os acontecimentos.
Daquelemomento em diante nem sinal de ter um pensamento para fazer-me lembrar do que fizou não.
Tento de todas as formas e faço muito esforço para que meupensamento busque e lembre tudo, mas é totalmente em vão, não consigo sequer iralem do dito, que foi beber o conhaque encostado no balcão do bar do salão dedança, infelizmente o resto eu não consigo me lembrar.
Então das quatro e meio mais ou menos, onde deve de terfechado as portas do salão, alguma coisa aconteceu comigo isso é fato. Mas oque poderia ter acontecido comigo.
Pois bem por volta das duas e meia da tarde do domingo, vintee dois de janeiro de dois mil e doze eu acordo em minha cama, somente de cueca ecom a própria camisa que tinha ido trabalhar, mas meu pensamento ficou um poucomaluco na hora em que me vi naquele estado.
Olhei então para o piso e ali estava minha calça à pega-láela estava molhada dos joelhos para cima, como que se alguém tivesse me jogado águacom uma mangueira de esguicho.
E o tantoque a maldita calça fedia, como que se tivesse mijado em toda ela, mas dos joelhospara cima, como assim: meu pênis fica na parte da frente, como poderia termijado na traseira, a não ser que eu tenha tirado do corpo e mijado nela no chão.
Eu olhava no espelho da parede para tentar descobrir o queouve, mas nada fazia recordar os acontecimentos da madrugada.
Vesti rapidamente outra calça e somente disse a minha mãe queiria a casa de um amigo, o percurso que eu havia feita no ida para o clube,novamente refiz, para tentar-me lembrar de alguma coisa, mas nem sinal, eu hojedia vinte e três de janeiro ainda estou com a cabeça muito dolorida e como quese não tivesse nada dentro dela.
Como no momento estou sem trabalho então vim aqui escreveresse episódio acontecido comigo no sábado para domingo e o qual não seiexplicar nada e posso jurar pelo que for mais sagrado, que seu eu não estiverficando doido, eu talvez receba alguma entidade das mais pesadas que possaexistir.
Eu nuncative assim uma sorte nesta vida, uns dizem que a pessoa já nasce com a sorte,ora, mas o tempo que vamos vivendo não pode acertar alguma coisa, ter umamelhora de vida.
Isso é quemais me machuca e é por isso que acho que mesmo acreditando em Deus, creio queele não é meu pai, falo por experiência de sofrimento de uma vida de mais decinquenta anos.
Ou sabe-se lá se dentro de minha família,tem seres com dom forte de fazer uma corrente, para que nós os irmãos venhamsempre trazendo o sofrimento em primeiro lugar.
Eu acho quenão sou tão ruim assim, pecados todos tem uns de uma maneira outros de outra,mas porque não tenho uma firmeza de continuidade de um espírito elevado econstrutivo, se tenho boas idéias, muita criatividade, mas do que vale isso, senão me vem à sorte.
Por outro lado fico pensando porquesomos assim, cada um de nós temos defeitos e nunca fomos completamente de seentender um com outro positivamente.
Mas seráque foi porque viemos do mesmo sangue de família.
Uma famíliade primo com prima, primeiro grau, acho que não, uma coisa é certa nós todos setomarmos uma pequena doze causamos talvez desastre e nunca nos lembrasse do quefizemos.
Então eu nãopoderia ter colocado aquela dose de conhaque em minha boca, mas uma dosinhasomente ia me deixar completamente louco, sabe se lá, sei que por tudo que é demais sagrado, eu não me lembro de nada mesmo e gostaria de saber qual o motivodisso.
Sabe temhoras que me pego pensando, vou dar uma circulada pelo mundo, como um andarilhosem destino, quem sabe assim eu me torne em outro ser diferente, ou quem sabeeu encontre a sorte que eu precise por aí.
Por outrolado ee penso, mas se existe mesmo sorte onde quer que eu esteja ela podechegar, como aqui agora, sei lá talvez um pensamento de um aflito com o modo devida que vive.
Já penseivarias vezes em até tirar minha vida, a mas não tenho mesmo coragem para isso,então vai passando o tempo e eu cada dia mais aflito, uma coisa de louco mesmoe nem tentem entenderem, atrás desse dito sobre o conhaque que bebi, tem variasoutras coisas malucas que me acontecem e vem de onde eu nem espero.
Como estandodeitado frente à televisão assistindo alguma coisa, num ligeiro momento passo a ver vultos e não é só isso osapagadores das lapadas fazem barulhos como que se estivessem alguém os tocandopara ascende-las.
Olha minhavida cada dia vai ficando muito maisdesgraçadas, falta de trabalho, tenho uns livros publicados pelos site deeditoras, mas ainda nada de ver se vou me sair bem, pois as editoras quecolocam nos sites seus autores não passam de uma prestadora de serviços, sevendem imprime, se não vender não estão nem aí, pois pagamos para manter osite.
Eu atetentei comunicar com uma biblioteca, mas me disseram que tem que ser osvendedores da editara procurá-los, ou eu se tiver livros em mãos e deixá-los com eles.
Mas porque aseditoras não colocam em uma biblioteca, coisa que a maioria deveria fazer, poisé na biblioteca que se vedem muito mais, e em bancas por aí.
Então comtudo isso, eu fico preso em meus pensamentos muluquetis e com isso sofro muito,mas ainda lá no fundinho tenho uma pequena esperança de melhorar.
E vouvivendo assim.











21 janeiro 2012

21/01/12 CONTEXTO ESPIRITUAL

CONTEXTO ESPIRITUAL

O interessante! Diziaminha mãe, que esta criança. Eu: não tinha o dom de chorar.

Para quechorasse a primeira vez, foi preciso dar tapinhas nas nádegas.

Mesmo assim, não quis chorar, contaram-me eles, tanto meu pai, como minha mãe.

Disse-me meu pai que para eu chorar de verdade, teve que assoprar em meu rosto.

Também não me soube explicar, o do porque aconteceu aquilo, disse que simplesmenteassoprou e eu chorei.

Agora sei,que com aquele sopro; eu fiquei com um distúrbio, talvez.

Hoje nãoposso sentir nada que venha como um vento ou mesmo, como um cobertor metampando o rosto.

Já me afogotodo e perco por completo a respiração.

Deve ser poresse motivo, que ficaram talvez seqüelas... Acho.

Até meusseis ou sete anos não me lembro quase nada, que passei dentro desse tempo.

Mas com meus sete anos; comecei entender um pouco.

Nessemomento aqui e agora, vou lembrando-me dos fatos que passei até esse momento.

Tenho vaga memória, que tinha uns cinco ou seis anos, quando ocorreu esseepisodio.

Marcou umpouco, não sei!

Talvez porestar me lembrando agora, acho que sim. Pode ser...

Um dia nainocência, um atrito e surge se então uma abertura no corpo do inocente.

Eu Espírito não deveria ter deixado, mas como impedir se sabia que vinha paraaprender.

Isso é ocomeço da vida de um corpo que veio residir na terra sobre o comando dopensamento. Estes vieram para ensinar Eu Espírito; viver, e após a saída daterra continuar vivendo.

Com suasloucuras e desencantos e com sofrimentos.

Onde também se encontra alegria, não uma alegria duradoura, mas tivera e têmalgumas sim

E foi ai o começo da aprendizagem que estou tendo.

Estava ocorpo com seu pensamento juntos a umas coleguinhas, no quintal de um vizinho.

Brincando:quando uma menina daquelas, me chamou e apontou-me sua parte intima, a qualqueria que eu fizesse algo com ela.

Bem sei quetentei alguma coisa, coisas de crianças; talvez!


Então alinaquele dia surgia a abertura do corpo para que o pensamento dominasse.

Por completoate o exato momento vivido.

Eu Espíritonão interferi em nada para meu próprio bem e aprendizado com esta vida terrena.

Ali naqueleprimeiro momento Eu Espírito poderia ter dito um não para o pensamento e corpo.Que escolhi.

Para o meuviver.

E este corponão teria deixado a entrada exposta, para o comando do pensamento como ficou parasempre.

Pois comessa entrada é que acionaram tais fatos e atos cometidos, mas com certasmudanças, tendo seus aproveito para ensinos do Eu Espírito.

E com issoEu Espírito estou buscando entendimento para minha vida vindoura após a saídadessa.

Pois amaioria passa ou suportam isso.

São fatosrealísticos, que talvez causem danos futuramente, mas de onde também pode setirar um aproveitamento espiritual

Creio hojeque tudo vem a não pedido nosso.

Veio e vem conforme, oque deve ser Creio hoje que tudo vem a não pedido nosso.

Veio e vemconforme, o que deve ser manifestado a cada um....




21/01/12 Procura-se

Procura-se

Não precisa ser um homem forte.

Basta este homem ser humano.

Basta este homem ter sentimento.

Um homem que tenhacoração.

Este homem precisa saber falar, ouvir e calar.

Este homem temobrigatoriamente gostar de poesias.

Tem que sentir o cheiro da madrugada.

De ficar paradoouvindo o piado dos pássaros.

Este homem tem que adorar o brilho da lua e das estrelas.

Tem que sentir e ouviro conto dos ventos.

Deve se ouvir as canções da brisa.

Um homem que sabeadmirar o forte clarão do sol e respeitá-lo.

Um homem que tenha amor.

Mas um grande amor poralguém.

Ou então esse homem deve sentir falta de não ter essegrande amor.

Este homem deve amar opróximo.

Como também deve se respeitar a dor dos caminhantes que aslevam.

Este homem deve guardar segredos sem se imolar. Não é preciso que seja de primeira mão nem é forçoso que seja desegunda.

Este homem pode tersido enganado.

Pois todos os homens são enganados.

Este homem não precisaser puríssimo.

Nem de uma total impuridade.

Este homem não deveser besta nem vulgar.

Este homem deve ter um ideal de vida.

E medo de perder seuimaginário.

E no caso de perder deve sentir um grande vácuo que issodeixa.

Este homem tem que terressonância humana.

Este homem deve sentir pena de pessoas tristes.

Mas compreender oimenso vazio que elas sentem.

Este homem deve gostar muito de criança e lamentar as quenão puderam vir a este mundo.

Procura se então umhomem para gostar dos mesmos gostos.

Este homem deve surgir na hora exata em que se é convocado.

Este homem tem quesaber falar de coisas simples.

Este homem é obrigado dizer com respeito dos orvalhos.

Dizer das grandes chuvas e tem que saber brincar nas suasenxurradas.

Este homem tem quelembrar e ter recordações da infância.

Procura se então umhomem que seja amigo e não para nos enlouquecer.

Procura se um homem para contar o que viu de maisesplêndido e como não o triste também.

Este homem tem quefalar de seus anseios e de suas realizações.

Homem que saiba distinguir sonhos com a realidade.

Um homem que diga quevale a pena ser amigo de um amigo.

Precisa se então de umhomem que queira ser amigo, para compartilhar tudo dentro dessa vida e que batanos ombros dizendo sou seu amigo









21/01/12 Felicidade de uns,

Felicidade de uns,
desgraça de outros.
Por volta do ano de mil novecentos e setenta,aconteceu um fato muito triste e ao mesmo tempo o acontecido fizera com que oautor do episodio se desse bem.
Era umsábado de aleluia daquele ano, por volta das duas e meia da madrugada, um tiro,em uma rua muito tranquila, gritava por socorro desesperadamente e pedia águasem parar.
No mesmo instante também foi ouvido uma disparadade cascos de animal pelo antigo calçamento de pedras,
Ninguémsaia à rua, para ver o acontecido, o povo sendo muito simples da pequenacidade, tinham acostumado com tantas maldades que nem mais se preocupava comtiros ou algo parecido.
Pois ali naquela pequena cidade aconteciambarbaridades quase todos os fins de semana, eram brigas de valentões em bares eprincipalmente na “correia” como era chamado o local de prostituição.
Com isso as pessoas não mais saiam para ver o queacontecia, mas neste dia os gritos de socorro vazavam ecoando dando tormentosaos que dormiam.
Porvolta das três horas, sai para ver o acontecido; o senhor Andre, este era umsenhor de baixa estrutura, mas de muita calma, vendo o homem estrebuchandoperto de seu cavalo.
Chega perto então do homem que estava baleado egritando por água, mal sabia o senhor Andre que se desce água ao agonizanteseria seu fim.
O senhorAndre corre a sua cozinha, pegando rapidamente uma caneca de água dá-se aohomem, que tomba no instante.
Chegam-se mais vizinhos e reconhece o homem que já estava morto.
Logo a seguir vem então a policia local, pedindoinformação, mas como alguém haveria de explicar o acontecido, ninguém viu,somente ouviram o tiro certeiro que, pois fim a vida daquele homem chamadoBeto.
Percorria toda cidadezinha a procura de quem tinha feito aquela façanha, mascomo saber, sabia que era um cavaleiro.
Mas será que seria o melhor amigo de Beto?
Como poderia ser ele?
Eram amigos desde criança e ele não ia fazer umaloucura dessas, matar o amigo de companheirismo!
Não!
Não poderia ser o amigo Leo!
Indo à casa de Leo não encontraram, tinha sumido.
Seis dias depois Leo foi pego em uma estrada dechão chegando à cidade do estado de são Paulo, seria ali seu esconderijo, sendocidade bem maior ninguém acharia o ali.
Mas para sorte de Leo, pois o melhor aconteceriafuturamente, pegaram-no ali na entrada da cidade.
Sentado frente ao juiz da comarca de nossa cidade,Leo conta o acontecido.
Dizia Leo a todos ouvirem que ele e seu amigo Betotinham bebido muito naquele sábado e por isso Beto seu melhor amigo começaracom brincadeiras de tapas em suas costas.
Pedia ao amigo para parar com aquela brincadeiraque estava machucando-o, mas Beto não o ouvia.
Como estavam ha cavalos, Leo ainda o ajudou-amontar, por estar mais bêbado do que ele.
Beto era fanático por rei de aspa longa e fina,gostava muito de dar estalos como traque.
Já andando um pouco para ir embora, para suascasas, Beto começou estalar o rei e procurava acertar o cavalo de Leo.
Vendo que não acertava o cavalo, começou procuraras pernas de Leo, que pedia muito para que parasse com aquilo, mas ele fingiaque não estava ouvindo.
Uma chicotada certeira atinge o rosto de Leo foientão o fim.
Leo arranca de sua cintura o revolver e atira noseu melhor amigo de infância, vendo que caia de seu cavalo, procurouimediatamente vazar do local do acontecido, deixando para traz seu amigo deinfância agonizando.
Contandoo que tinha se passado, mas como não havia testemunha, dá-se então ojulgamento, sendo determinada uma pena de vinte e três anos, para ser cumpridana cadeia do local.
Como acadeia estava muita lotada, preferiram transferir Leo para cumprir a pena emoutro estado, sendo este Goiás.
Estando ali cumprindo sua pena, conhece então umprisioneiro de sela por nome de Osmar.
Osmar tinha seus setenta anos mais ou menos e apena que deveria por ele ser preenchida seria de cento e dez anos por várioscrimes que cometerá.
Passando se algum tempo com amizade entre os doisprisioneiros, Osmar passa confiar em Leo e sabendo que já mais colocaria os pésna rua faz uma proposta para Leo.
Leo deinicio não queria, mas vendo que o que Osmar propunha com aquela proposta passaentão almejar e planejar o que faria logo a seguir quando deixasse a prisão.
Obtendo confiança em Leo, Osmar passa umadocumentação para Leo, tudo que lhe pertencia passaria para Leo dominar eadministrar ao sair.
No anode setenta e nove, já para o final, Leo vem ser solto por bom comportamento eestando com a documentação procura então saber onde estava o que seria de Osmar.
Sabia Leo que era muitos bens, como casas, carros euma fazenda de grande tamanho, com muito gado leiteiro.
Agorapassaria então Leo comandar tudo aquilo. Como Osmar não tinha filhos enem esposa tudo que lhe pertencia, por direito seria de seus dois irmãos demenos idade, mas Leo nem se preocupou com eles.
Sendo Leo de muita esperteza, dá-se um jeito evende tudo deixando os dois irmãos de Osmar a ver navio.
Leo pegaum dos carros e parte de imediato para sua cidade natal, onde começa uma novavida.
Chegando compra-se uma pequena casa e começa comoquem não quer nada e sempre bem devagar vai adquirindo bens na região.
No ano de oitenta e três casa-se com uma moça,também de grandes posses e com isso sua fortuna começa a despontar.
Maisquatro anos à frente Leo, por uma pesquisa feita, foi determinado que Leo fosseagora o homem mais endinheirado da cidade e sendo muito respeitado por todos.
Leo propondo para população ser prefeito da cidadeconhece também o cargo de administrador.
O fim de Leo jamais alguém poderá dizer qual será,mas para sua felicidade desgraçou a vida de outros.
Com isso a esposa de Beto que na época já tinhaseus três filhos, sendo dois meninos e uma menina teve de enfrentar uma vidadura pela frente tendo que arregaçar a manga e muita das vezes passandofome.
Betotambém foi culpado, primeiro porque já era um homem casado e tinha seus filhosnão deveria acompanhar um rapaz solteiro a caminho da safadagem.
Um homem de bem deve se comprometer em estar emharmonia com seus familiares e não procurar catarro embaixo da cadeira.
Por mais de quinze anos a esposa de Beto sofreucomo rato nas mãos de um gato, mas criou seus três filhos e por fim no ano deoitenta e cinco faleceu com câncer de estômago, seus filhos tornaram se emgente boa dentro da comunidade.
Já com ofilho de Leo a coisa não anda bem, usa muita droga e bebidas, mesmo tendo poucaidade esta causando horrores dentro dos locais em que se encontra, além disso,apronta muito com seus pais.
O fim deLeo e sua vida maravilhosa adquirida sobre desgraça dos outros só o criadorsabe o que vai acontecer!
Desgraças de uns e felicidade de outros, pois aquisó se é feliz, quem, tem um bom emprego, dinheiro, bom estudo profissional, oresto não passa de sêres viventes humilhados e maltratados.





20 janeiro 2012

A bundinha da vovó 20/01/12

A bundinha da vovó era tãodurinha.
Noutro dia estava eu passando por uma calçada de uma ruae nesta rua há uma casa com as janelas dos quartos dando para o passeio.
Passava eu então frente a umadessas janelas e por serem muito baixas, do lado de fora se via tudo que sepassava lá dentro.
Estava com um pouco depressa,mas ao deparar com a cena não me contive, parei para ver e ouvir o que estava sepassando.
Vi duas senhoras, mais ou menosde sessenta anos, uma frente ao espelho e elas nem perceberam que eu estava aolhar, uma dela já estava praticamente sem roupas, de frente ao espelho; eladizia que quando era jovem não tinha tanto coisa caida, como naquele momento.
Então dei um passo à frente,para que elas não me vissem pelo reflexo, a outra então dizia tirando a blusa também,ela dizia: a eu ainda estou com tudo em cima, você não acha?
É, parece que o tempo te ajudou e não esta muito caída comoeu, mas eu sempre fiz muito mais trabalho pesado do que você.
Nada haver, você é que não secuidou, deixou desbarrancar tudo, veja minhas pernas como não tem nenhuma veiaarrebentada.
E eu ali ouvindo, notei que amulher estava mesmo com as partes caídas, conforme ela ia tirando as roupas eu continuavaouvindo o papo e olhando elas se arrumarem.
A mulher que dizia que estava comum pouco das coisas caídas, tinha muitas rugas e os seios bastante caídos, suabunda chapada, como se tivessem passado ferro a vapor.
Mas como a outra somente tinhatirado a blusa, me concentrei mais na que estava totalmente sem roupas e queestava em frente ao espelho.
Por isso eu ia notando adiferença entre as duas, e me parecia que ela deveria ter a mesma idade uma daoutra.
A que estava frente ao espelho iase trocando vagarosamente, ajeitando tudo do jeito que se é preciso e falandosobre a juventude passada eu sempre seguindo a outra senhora com meu olhardevorador.
Ao terminar de trocar à senhora que falava muito sai dafrente do espelho e a outra chega, então começa retirando o sutiã, eu vendoaqueles lindos seios de sessenta anos mais ou menos, ia ficando excitado,coisas de jovem.
Não sei se ela percebeu que euestava olhando, pois fixa ao espelho deu um sorriso como que se fosse para mim.
Ela continuava tirando as roupasde seu belo corpo de mais de sessenta anos, é difícil uma coisa assim, mas elatinha tudo em cima mesmo, poucas rugas em seu belo rosto, os seios como que sefosse de uma jovem; ele não estando muitos bulidos.
Conforme ela ia tirando tudo,eu me excitava muito mais, penso que ela notou que eu estava a olhar.
Pois ela se acarinhava com suasmãos, todo seu corpo, que corpo belo tinha a sessentona, como não caiu nada, conservouo rosto liso, o que mais me encantou foi ao ver que quando tirou a calçinha abunda daquela senhora nem se mexeu de tão dura que era aquela linda bundinha.
A bundinha da vovó era tão durinha,de causar inveja a qualquer moça.
Eu ali olhando nem notei quevinha alguém que e me cumprimentou, até me assustei desconcentrando totalmenteretirando rapidamente os olhos do quarto das vovós, mas aquela cena nunca maissaiu de minha mente, passei ali em frente aquela casa varias vezes, mas comodizem um raio jamais cai duas vezes em um só lugar.

20/01/12 Sucos em pó


Sucos em pó
Falarei de um assunto não muito bom, mas importante é sobre sucos em pó.
Aqueles que vêm embalados em saquinhos plásticos e que por sinal tem uma embalagem muito bonita e criadora, induzindo a compra dos mesmos.
E como estes sucos são rápidos de se fazer, muitos nem precisam de açúcar, já vem preparado somente colocar água e está pronto.
        Mas tome cuidado por serem rápidos vocês não pensam e compram levando-o, preparando nas invictas para que seus filhos levem para a escola.
        Um desastre total para as crianças que tomam satisfeitamente sem saberem que não muito longe vem para seus estômagos muitas dores.
O suco em pó parece ter alguma composição que gruda no intestino e causa com o tempo muito martírio para quem esta tomando.
        Minha prima tinha tanto acostumado com o suquinho, “como ela mesma dizia”, que com o passar dos dias começou, “assim disse ela”, uma dorzinha na barriga em volta de seu umbigo e pareci que queimava sem parar, como se tivesse comido muita pimenta.
        Na sexta-feira no meio de uma aula, minha sobrinha começou a vomitar dentro da classe.
Seus coleguinhas ficaram assustados com que via, pois saia uma baba um pouco avermelhada e grossa.
A menina começou então ficar com uma cor um pouco fora do normal.
        A professora rapidamente levou amenina para o hospital, e fazendo exames descobriram que minha sobrinha estava com uma ulcera no estômago e muito bem desenvolvida.
        Como minha cidade não é bem preparada para uma operação levaram-na para a cidade grande mais próxima.
Com apenas doze anos ficou com um corte horrível em seu estomago.
         Por isso acho que alguém deveria fazer uma análise melhor nos sucos de saquinhos e ver o que pode causar problemas para o estômago.
        Assim diz minha tia que os médicos do hospital disseram a ela, que o estômago da menina se encontrava com uma crosta grossa por todo ele e um tanto avermelhado.
Minha prima era tão viciada em suco que não mais tomava água, no lugar suco, hora um sabor, hora de outro.
E com isso deve de ter causado, com o passar do tempo a ulcera.
        Mães tomem cuidado com os suquinho de fácil preparo, pois não temos certeza se foi o suco que causou a ulcera, mas melhor e prevenir do que remediar é o ditado.
A única certeza que temos é que o medico que atendeu minha prima, disse que poderia sim o suco ter causado isso.
Evitem, não custa, até que alguém venha estudar os tais sucos e ver se pode mesmo causar agravos.