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16 dezembro 2011

Não posso deixar a coisa virar merda.


Não posso deixar a coisa virar merda.
Têm dias que levanto querendo quebrar tudo que esta em minha frente.
        Parece que levanto com o capeta no corpo e tudo esta ruim, não tem sequer uma gota de esperança de melhora para este dia que esta a minha frente.
        Tenho vontade de mandar tudo pro alto, enfiar o dedo e sair correndo sem rumo, neste dia gostaria de falar o que sinto o que penso, mas infelizmente por ter vindo de uma infância onde meus pais diziam, temos que nos controlar sempre, ai a coisa fica meio que parado.
        Com certeza este dia em que me levanto assim nem cristo nem mesmo o demônio faz algo para ajudar o sufoco que estou passando.
É uma desgraça total, sinto falta de tudo, falta ate mesmo do que não sei o que é.
        Um terrível vazio por dentro, um sorriso amargo, também não encontra uma lagrima em meus olhos, por outro lado sem saber o que esta se passando comigo continuo a caminhar dentro do dia e fazendo o que tenho que fazer.
Trabalho normalmente, com um sentimento de raiva e ódio, então eu olho para o chefe ou mesmo para os companheiros de serviço e digo a mim mesmo, vida desgraçada, para manter meu corpo de pé, comer, dormir e sonhar em ter alguma coisa de meu, tenho que fazer aquilo que não quero muita das vezes.
        Sei lá, por ai deve de ter gente como eu, sofrendo sem saber o do porque sofre, e com isso quando se encontra em situação só, se não tiver tarimba para suportar; o coice desanda facilmente.
Tem uns que vem até a gente e diz, isso ai que esta sentindo e falta de Deus, você deve de estar com o Demônio, caramba!
Tudo que sentimos é coisa do demônio e sempre falta de Deus.
        Cacetada!
Estas pessoas será que não sentem nadica de nada?
Eles não têm dor?
Não tem fadiga?
Vivem nas mil e uma maravilhas.
Não tem problemas com seus pagamentos, nunca devem, vivem somente em lençóis de ouro.
Nem mesmo falta de apetite tem.
Levam uma vida feita somente do prazer.
Diabos!
Eu digo a eles, tudo mentira fingimento em seus loucos pensamentos.
Imbecis!
Até mesmo o demônio tem seu dia de tristeza, podem crer.
        E é uma puta mentirada, o que vive dizendo por ai.
Um pensamento de uma pessoa pode ser atacado de diferentes maneiras, por palavras, por sentimentos e porque não, simplesmente falta do nada.
É isto mesmo!
O nada também fere o sentimento e fixa na mente, maltratando todo o corpo e fazendo com que sofra sem saber o do por que.
Então não é nem falta de Deus e nem por estar com o Demônio, mas sim sintomas que vem com todo indivíduo com seu nascimento.
        Por isso sempre sem saber de onde vêm estes pensamentos, queremos atacar alguma coisa e quem sabe nos vingar do nada, por isso a angustia, o péssimo pensamento que nos aflige, sufocando a garganta não deixando passagem para uma boa respiração.
        Este nó que permanece no tragadeiro do corpo fica como uma bucha feita de um novelo de algodão, sufocando, mas tendo uma passagem de respiração filtrada bem devagar.
E isso faz com que sintamos um mundo acabando para nós, assim eu me sinto nestes dias que estou com esta afobação, e sei não é falta de Deus e nem é porque estou sendo atormentado pelo satanás, mas sim porque viver uma vida não é fácil e temos que ser completamente sábios para suportar os trancos que ela nos oferece.
        Claro que estar sempre com um bom pensamento é muito bom, mas não fomos feitos somente para um pensamento e sim para temos vários ao mesmo tempo, por isso temos o pensamento de loucura e atos que gostaríamos de fazer surge sempre para nós a todo o momento.
E é por isso que temos que ter uma boa responsabilidade para buscar o bom pensamento e tentar permanecermos com o de melhor que possa existir.
Assim aliviamos muito dos nossos sofrimentos e angustias que vem surgir dentro de um dia que estamos vivendo.
Pois a vida de cada um é somente o momento em que esta vivendo, portanto não devemos pensar no que vai ter ou fazer daqui a cinco minutos, pois nem sabe se lá alcançara.
Eu de tempos para cá tento fazer coisas melhores, quando estou com esses apertos e assim quando me vejo estou com outros pensamentos e muito bons por sinal.
Mas às vezes demora um pouco e o tormento demora sair, mas nada melhor que um bom sono para revigorar tudo e colocar dentro do que é normal para uma vida apropriada e sadia.
Nem por ter esse domínio não deixa de fazer com que eu sofra um pouco com esses malditos enfraquecimentos da mente.
Com muita paciência, então; e sempre buscando com sabedoria, me acalmo e dou um tempo olhando dentro do meu eu, assim não cometo loucuras que estava para cometer.
Faço-me de forte sobre mim mesmo e domino completamente este louco pensamento e não cometo burrada.
 E quando durmo por um pouco e retornando do sono estou como uma luz de caravela sobre o mar na imensidão da noite.
Percebo então que não estou sozinho e existe alguém que toma conta de mim e me faz viver, mesmo com meus tormentos vazios, que não sei de onde surgem, mas sei que enquanto viver tem que ter todo tipo de pensamento e loucura, assim completa o viver de alguém que vive.
Assim sou eu, mesmo tendo dias que quero apedrejar tudo e todos em minha volta, ai alguém ou mesmo eu domino e não deixa a coisa virar merda.

  




       







          



“O primeiro parto”,




Weder Vilela lança
“O primeiro parto”,
Seu polêmico e catártico livro de estréia

Autor traz à tona pano de fundo hard-core da cenografia secreta do cotidiano.
Obra é a primeira edição do suplemento literário
“Enquanto cagas”,
Que tem formato especial para ser fixado no banheiro e lido como sugere o título.

Entre vampiros que prescindem do uso de inalienáveis presas e histórias de amor produzidas em massa
(remontando positividades e castidades que assustariam Pollyannas e ícones dos Romantismos),
A literatura e seus autores sofrem uma auto-patrulha do politicamente correto com vistas a uma chance maior de vendas.
Nesse cenário, o livro de contos
 “O primeiro parto”
Apresenta-se como um oportuno contraponto a esse mais do mesmo imperante nos dias atuais.
O livro, que marca a estréia do escritor mineiro, coach e consultor em comunicação Weder Vilela na literatura,
Será lançado na Livraria Status Savassi no dia 13 de dezembro, às 19h30, em noite de autógrafos aberta ao público.
A obra chega ao mercado por R$ 29 em uma primeira edição de 500 exemplares, impressos via Edição do Autor.
“O primeiro parto”
É a primeira edição do suplemento literário “Enquanto cagas”, que se propõe a ser, na teoria e na prática, um suporte para ser usado no banheiro.
Patenteado pelo autor, o objeto possui formato especial em lâmina de PVC que permite que a obra seja disposta na parede e retirada para a leitura.
Assim como sugere o nome do acessório.
O livro também é considerado inovação por ser impresso em papel sintético, para não sofrer alterações com a umidade e poder ser higienizado.
“Meu objetivo foi versar sobre o renegado lado sujo do prazer e o gozo que pode ser descoberto no lado sujo da vida, quando nos debruçamos sobre ele.
É uma divertida exaltação do lado bê da vida, aquele que a gente insiste em manter sob o tapete quando recebe visita.
“Simplesmente eliminei o tapete e escrevi sobre o resto, coisas que imaginei, fantasiei ou vivi parcialmente”, brinca o autor, que tem como influência Nelson Rodrigues e autores contemporâneos como Marcelino Freire e Xico Sá.
Em 19 pequenas histórias, Weder Vilela devassa sem escrúpulos temas como a prostituição, o humor proibido, o vício, o suicídio, o acaso, a pedofilia, a libertinagem e o crime em suas variadas formas.
O objeto de “O primeiro parto” é o lado tosco presente em cada indivíduo, do padre à prostituta, da criança à apresentadora de tevê, personagens párias ou simplesmente sujeitos ordinários das grandes cidades ou do interior.
Nos contos, o autor trabalha múltiplas vozes ao transitar nas lacunas e na descontinuidade de pensamentos dos personagens, e ao assumir a posição do narrador onisciente, que tudo vê.
Suas reminiscências da infância no interior de Minas Gerais são retomadas apenas como pretexto para potencializar uma abordagem sobre a violência e o sadismo (em “Libertos”).
Em outro momento, se a emoção e o sentimentalismo são aguçados (em “Acasos”), é apenas para dar ênfase à fatalidade dos acontecimentos que se precipitam nas frases seguintes.
O autor se deleita na idéia do “pixel”, enquanto menor unidade para a representação imagética da realidade, com abordagens que ora flertam com o nonsense (em “Pixel”), ora emulam discursos tecnicistas transcendentes ao próprio discurso literário (em “Anais de congresso”), e ora importam um ritmo epopeico (em “Seus dois momentos”).
Weder faz dessa palavra uma alegoria para um exercício de futurologia, retomando inclusive a fértil discussão sobre a relação entre inteligência artificial e existência humana.
É a escatologia sendo abordada também em sua vertente menos conhecida, que trata do destino final do homem e do mundo que o abriga.
Propõe-se a uma literatura que não se obriga a explicar; ao contrário, vai de um ponto ao outro do discurso sem se preocupar com um sentido exato e pronto - deixando ao leitor a saborosa tarefa de terminar de preenchê-lo.
Provocando uma constante vergonha alheia e um dicotômico prazer, “O primeiro parto” é uma crônica e crítica social escrita em pontuação hesitante, que insiste em abdicar do ponto final, assim como na fala. Propõe um salto sem pára-quedas no submundo humano, no lado insuportavelmente vulgar e obsceno de cada um de nós, aquele que insistimos em ignorar em função da convenção politicamente correta que domina o mainstream.
O tipo de livro que é adorado por alguns tantos e odiado por vários outros, mas que, dificilmente, é ignorado.

Serviço
Lançamento do suplemento literário “Enquanto cagas” e do livro “O primeiro parto”, de Weder Vilela
Data e horário: 21 de dezembro, às 19h30.
Local: Livraria Status.
Endereço: Rua Pernambuco, 1.150, Savassi. Belo Horizonte/MG.
Preço: R$ 29

Sobre o autor: Além de escritor, Weder Vilela é coach, consultor de empresas, MBA em Marketing Estratégico e mestrando em administração.
Natural de Ouro Branco, Minas Gerais, reside atualmente em Macacos (São Sebastião das Águas Claras, MG).

13 dezembro 2011

Hoje em Dia


Hoje em dia, muitos se dizem religioso, porém, poucos são religioso bíblico.
Defino assim o panorama atual do movimento religioso.
O movimento religioso atual deve passar por grandes reformas, começando pelo seu desígnio de dogmas e doutrinas, totalmente primitivos e farisaicos.
Falam-se muito em testemunhos, dons e milagres, porém, isso tudo acabou virando uma grande indústria da “fé”, pautada na marqueteira “Teologia da Prosperidade”, já não se busca a conversão, o arrependimento e a salvação.
Não vemos mais o compromisso com a Palavra de Deus, o hábito de leitura e oração nas igrejas, o preparo digno para enviar missionários, a comunhão sem partidarismo nas igrejas.
Isso tudo é lamentável, as igrejas pentecostais, se tornaram grandes redutos de misticismo, línguas confusas, ataques de histeria, pessoas se jogando no chão, projetadas para todos os lados, um verdadeiro show de emotividade movido pelo inconsciente coletivo e charlatanismo.

Porém, eu creio que ainda existam cristãos dignos e compromissados com a Palavra de Deus, esses, devem pautar suas vidas, em santidade, honestidade, ética e principalmente “amor”, isso é o que está faltando muito nos dias de hoje, como Jesus nos fala:
Amar a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo.
Devemos parar de ficar julgando, pois não vimos para sermos juízes, deixar de ficar tomando conta da vida dos outros, se ele faz isso ou faz aquilo, deixar de perseguir, pois afinal de contas, Deus é onisciente,
Ele sabe todas as coisas, não precisa ficar um cristão fazendo o papel de fariseu, usando o púlpito para jogar setas contra o seu próximo, entregando maldições ao invés de palavras de bênçãos.

Uma igreja, em primeiro lugar, precisa ser unida, lógica, pronta para acolher e enviar deve-se buscar em primeiro lugar, crescimento na graça e no conhecimento, conhecer em primeiro lugar, qual é a vontade de Deus para nossa vida e da igreja através da Palavra, buscar os dons espirituais de forma honesta e reverente, pois como Ignácio de Antioquia dizia: não importa quem é que leva a mensagem, e sim a mensagem que ele leva. 

De que adianta ver milagres, sinais e maravilhas, se todos irão passar pela morte um dia?
Porém, se buscares o arrependimento, a conversão, logo estará a um passo da salvação em Cristo Jesus, isso sim, que é o verdadeiro mistério, que todos nós aguardamos a ressurreição com Ele.
De que adianta falar várias “línguas estranhas” e não falar palavras de vida, como os discípulos disseram certa vez:
Para onde iremos se somente tu tens palavras de vida.
As igrejas devem agir com mais reverência tanto com a Palavra quanto com a forma de se pregar, pois afinal de contas, Deus não é “surdo”, não precisa de gritarias nem performances no púlpito, isso mexe apenas com a emoção das pessoas, nada mais. 

Para encerrar, creio que o melhor remédio para as igrejas dos dias de hoje, seja uma boa reflexão quanto as suas doutrinas e dogmas, evitando que se produzam cada vez mais crentes esquizofrênicos, traumatizados e cheios de culpas.
E anunciem apenas o verdadeiro sentido da Graça e o dom gratuito da vida proposto por Jesus Cristo, que cura, liberta e salva.

11 dezembro 2011

dor sem dor 11/12/11

 Dor sem Dor
Hoje meu amigo Denílson chegou por volta das duas horas da tarde em minha casa, e quando ele vem ate aqui, não sei de onde sai tanto papo e tanta coisa para falar um para o outro.
Depois dos comprimentos de costumes, partimos sempre para cozinha de minha casa, a cozinha é bem grande, tem cinco metros de largura por nove metros de comprimento e no centro fica uma mesa de dez cadeiras e é aonde sentamos e passamos toda a tarde conversando.

      Falamos de política, de religião, de futebol, da vida de uns e outros, falamos de coisas boas e coisas que não tem nenhum proveito, como sempre; e é sempre assim.

Temos uma amizade que já gira em torno de quarenta anos, eu tenho cinqüenta e quatro anos e ele tem quarenta e seis anos.

Quando meu amigo Denílson chegou aqui em minha cidade ainda morávamos no sitio e foi ali que conhecemos um ao outro, chegaram sem nada somente com as roupas do corpo e a primeira bola de sabão para um banho foi minha mãe que o arrumou para eles.

Hoje, sentados ali em torno da mesa e via minha mãe também entrar na nossa prosa.

Ai eu notei como a vida é curta e tão pequena que cabe na palma da mão, e como passa tão depressa, ali percebi que já não tinha mais, avôs, tios, e meu velho pai que reunia sempre envolta daquela mesa e fazia todos sorrirem com seus casos.

Deu-me uma dor por dentro, perto do coração, e me senti tão mal, naquele momento o mundo para mim não existia, fiquei atordoado que sumi sem manter minha presença, ali; junto a minha mãe e meu amigo Denílson.

Devo de ter ficado fora do ar por pelo menos uns setenta segundos, sei que depois disso ouvi meu amigo me perguntar não é mesmo?

Disse sim, mesmo sem saber do que se tratava, minha velhinha deu um sorriso, ai ainda mais meu coração se partia, pois há dias que eu não via um sorriso em seus lábios.

Passado aqueles segundos voltei ao mundo e notei que estavam falando do que anda fazendo com nosso mundo.

Minha velhinha dizia que setenta oitenta ou ate mesmo cem anos é pouquíssimo tempo de vida para uma pessoa, pois ninguém tem certeza de nada, ninguém sabe se depois que o corpo tombar e a terra destruir a carne se haverá outra vida ou não.

Claro a dizia tem muita coisa escrita, sobre vida depois da morte, mas sem certeza, pois ninguém trouxe a prova aos vivos.

Ali naquela mesa onde sempre estamos reunidos sai cada coisa que nem mesmo quem comenta acredita no que esta dizendo.

Mas isso é bom, sinal como dizia minha finada bisavó ainda é porque estamos vivos.

Sei que ali ouvindo meu amigo Denílson e minha mãe e como tinha sumido por uns instantes e retornando a face, deu-me uma tristeza imensa.

Pois agora via como de fato a vida havia passado depressa, já não tinha ali mais minha família por completa, restava-me então eu e minha velhinha e o amigo Denílson que agora mesmo não sendo da família, esta pertencendo agora com a força da amizade com o tempo passado.

Sei que uma gota de lagrima correu no canto dos olhos e nem sei se um ou outro percebeu, mas sei que o tempo faz com que sentimos solidão, mesmo que estando perto a alguma pessoa que queremos bem.

Abre se um buraco dentro do peito e a solidão que sentimos no momento tempo parecem que vai exterminar a vida da gente, logo depois nos distraímos e voltamos ao normal.

Foi assim que retornei naquele momento ali sentado a beira da mesa, mas que senti algo estranho, isso eu senti, não sei o que foi uma dor sem doer.

Sei que ali estava minha velha mãe e meu amigo e com isso parece que aquela dor amenizou com algumas palavras que disseram, mas que é muito triste, isto é, e não queira sentir falto do que não pode ter e nem mesmo ver.

Pois solidão é assim começa com um pensamento de outrora que passamos ou tivemos algo e retorna em nossa mente fazendo agora de imediato atrito e com isso vem o sofrimento de não possuir nada a não ser a vida.

A sorte foi que aquele momento em que eu estava agoniado alguém bateu na porta e Deus o abençoe por isso, se não teria me dado um trem, levantei-me e fui rapidamente abrir a porta e foi assim que todos maus pensamentos saíram de minha mente e voltando já estávamos em papos muito mais atrativos e bons.

Nem sei por que me senti assim tão mal, nunca fui disso, mas acho de fato que o tempo faz com que sintamos um vazio e com isso deve ser para melhor aproveitar o restante de vida, mas sem muitas estripulias.

Meu amigo Denílson foi embora e eu resolvi escrever sobre essa agonia, essa fadiga, e falar da dor sem dor, que é a dor de sentir solidão.


08 dezembro 2011

Sonho de Uma História Sem Sono


Sonho de Uma História Sem Sono
É um livro lançado pela editora Seven System International,
E, é do autor Senisio Antonio, onde o autor domina com uma História diferenciada das demais
Um conto, com várias narrações,  onde se vai ler irrealidade, romance e episódios realísticos.
Sonho de Uma História Sem Sono onde se deparam passado, presente, futuro, partidas, chegadas, encontros e desencontros.
Dormir e sonhar tem arrepios, mas esquece o sonho, sonhar sem dormir não a esquecimento.
Se você não leu, procura ler; está história bem diferente das demais. Entre no Seven virtual book
 Adquire o livro, e tenha uma ótima leitura Rua Luís Coelho, nº. 320 conjuntos 32 – Consolação – São Paulo – SP - CEP 01309-000 Fone (11) 3259-4224- (31) 35 3541 1828
  www.biblioteca24x7.com.br/
Livro
 Autor:  Senisio Antonio
 I.S.B.N. :  9781936108374
 Páginas:  362
 Peso: 437 Gramas
 Preço Livro Virtual: R$ 19,94
Preço Edição Impressa: R$ 66,48 

07 dezembro 2011

Até que enfim 07/12/11

Até que enfim
Até que enfim uma decisão sensata por parte dos nossos representantes aja visto que um carnaval fechado torna-se um tanto sem gosto, mas achara por certo tempo fazê-lo assim, e levaram pelo buraco, pois fica muito caro e obre dinheiro para fazer isto.
E com arrecadação de portaria é lógico que nunca iria cobrir os gastos, bobo o que pensa assim, creio que ate mesmo na capital da escola de samba o estado ou a prefeitura tem que repor.
Logicamente que uma coisa dessas jamais em cidade pequena como a nossa daria certo.
Mas cada louco com seu, carnaval é simplesmente carnaval sem esse negocio de gastar como uns mentecas, buscando bandas de longe enchendo os buchos e deixando a população com os ouvidos doídos com as aparelhagens que atingem toda a cidade.
Antes tarde do que nunca, viram que o melhor a se fazer é deixar por conta do povo, vai quem quer e gaste o que quiser.
         O dinheiro gasto com a fabricação do carnaval fechado deve de ser aplicado na compra de remédios e outros.
Se houve uma votação para parar com o fechamento, parabéns a quem votou a favor, se foram iniciativa dos administradores também eu parabenizo a todos.   Eis o comunicado, fiz copia para não dizer que fui eu quem digite.

04 dezembro 2011

Feliz 2012, 04/12/11

 Feliz 2012
 Mais um ano está chegando ao fim, e na beleza das noites iluminadas, os sonhos de muitos corações se preparam para a viagem à procura de suas realizações, que ocorrerá durante todo o ano vindouro. 
A mesma ocorreu no ano que por hora se finda. 
Sonhos saíram, alguns já voltaram sorrindo e outros, de mãos vazias, aguardam a chegada do novo ano, para seguir numa nova busca.

Desejo do fundo do meu coração que, cada vez que seus sonhos seguirem viagem, eles sempre voltem para sua vida transbordando de realizações. 
Que o natal seja um passaporte para que seus sonhos embarquem na “Viagem das Realizações” do ano novo e que não voltem sem a conquista dos objetivos que motivaram a mesma.
E quando a meia-noite trouxer o Novo Ano para o mundo e os fogos de artifício anunciar a sua chegada, nossos sonhos sairão por aí... 
Que Deus tome a frente e que nas noites sem luar, as estrelas brilhem mais fortes, iluminando o longo caminho. 

Que no próximo ano possamos ainda ser amigos e esperarmos juntos a chegada dos nossos sonhos que partiram, comemorando com imensas taças de amizade verdadeira a vinda e a realização de cada um. 
Bem-Aventurado Natal e um bem-sucedido Ano Adolescente!!!
Feliz 2012 a Todos.

Magia passar existir para a vida.04/12/11


Magia passar existir para a vida.

Todo dia pelo mesmo caminho passava aquele homem.
E neste caminho existia um galhinho de uma pequena árvore que na beira do trilho crescia.
Aquele galhinho com suas folhas iam crescendo, atravessando assim o trilho preenchendo o caminho.
Aquele homem vendo que o galho crescia a cada dia deveria ter amarrado com um cordão forte retirando o galho do caminho.
Mas Não!
Isto o homem nunca faria, talvez por que não tivesse tempo ou talvez a preguiça não deixasse o mesmo quem sabe sendo um senhor de roça queria preservar aquele galhinho que um dia seria uma parte da tora de mato.
Enquanto o galhinho estava sendo relado pela cintura tudo bem, ali o homem passava e ainda levava a mão empurrando o galho para um lado.
Talvez querendo assim, não danificar aquele galhinho com suas folhas bem verdinhas.
O tempo se passava ali era o único caminho do homem para o trabalho para ir à cidade, com o tempo o trilho passou a ser uma cava, pois o gado também ali passava indo ao riacho tomar água.  
Enquanto o galhinho era flexível nem o homem nem o gado faziam o galhinho quebrar, e nem mesmo as folhinhas caiam.
O galhinho com o tempo passado virou um grosso e forte transformado em uma forquilha, já alcançando a altura do pescoço de uma pessoa um pouco mais alta, sendo que na altura daquele homem que por ali passava todos os dias o galho atingia os olhos.
E de tanto o gado por ali passar também e coçando o lombo sempre forçando o galho para um lado e para o outro, sendo que um dia o galho não resiste mais as pancadas dos lombos do gado e quebra bem em uma ponta da forquilha ficando uma ponta aguda.
Em uma tarde quando o homem voltava da cidade com suas compras e chovia muito, ao atravessar o galho com seu guarda chuvas, ficando a ponta do galho preso à barbatana.
Sem saber como da lhe um tranco e a pontinha daquele galho vem na direção dos olhos do homem atingindo o olho direito do homem que cego ficou na hora.
Ali se descobriu o homem que se deve ter um tempo nesta vida para  cuidar daquilo que pode um dia lhe trazer tristeza, se tivesse cuidado do pequeninho galhinho fazendo com que ele tomasse outra direção, jamais o teria ferido.
Mas não teve tempo ou quem sabe preguiça para fazer aquele pequeno trabalhinho enquanto o galho era novinho, o barbante conseguia mudar o rumo de seu crescimento.
Mas não; deixou seguir o caminho conforme a árvore propôs assim um pequeno trabalho pode mudar o feitiço e a magia passar existir para a vida.












01 dezembro 2011

luta para sobrevivência 01/12/11

Luta para sobrevivência.
Uns nascem sem saber por que nasceu, vem dentro de uma vida e ali permanece o resto de sua existência, lutando ao menos para permanecer vivo, um arranca-rabo constantemente para manter seus olhos abertos vendo e não ouvindo o mundo; mas nem por isso deixa de tentar lutar para continuar mesmo que ali em sua cama, mal cheirosa e até mesmo com suas costas em podridão escorrendo sem parar, mesmo assim não deixa de tentar viver.
Outros nascem em uma família de pessoas de privilégio exclusivo e estes têm muito pela frente, farão com certeza tudo de melhor para manter o que herdou ou conseguiu com seus tempos de trabalhos honestos ou mesmo não, mas sempre permanecerão lutando para continuar vivendo.
Alguns outros não passaram de perambulantes, aqui e ali, mas seguindo em frente procurando lutar para não morrer e com isso continuam lutando pela vontade de viver.
E aos imbecis que vivem lutando para viver, arrancando vidas, são os mais loucos existentes, com sua imbecialidade farão covas para eles mesmos, mas nem por isso não está na luta para viver, como todos estão; eis à diferença algo de pior acontecera logo.
Mesmo os que não passam de animais, existira por um tempo e esse tempo, ele luta para viver.
A maioria vive correndo como loucos para ter somente alguma coisa de seu e com isso até esquecem que estão vivendo, mas nem por isso deixa de viver, uma vida de besta, simplesmente uns bestas, que não passam de bestas procurando viver uma vida besta..
 Existem alguns que fazem o bem não somente a si, também a outros que vivem dentro da existência, por pouco tempo estes terrão orgulho de viver fazendo bem, mas seu fim também é como de todos.
Por tanto lutam talvez em vão, com uma vantagem acima de todos, que se houver outra vida estes saíram na frente, eis a diferença.
Uns tem muita alegria de estar vivo que até mesmo esquece que vive e estes sim são com certeza o mais vivo de uma vida cheia de vida.
Luta para sobrevivência é de fato difícil cada um com seu modo de agir para viver.
Mas ao final da vida de um sobrevivente será todinho parecido, uma doença para levar ao fim da existência e para outros um acidente, a outros um tiro talvez.
Uma queimadura, um afogamento ate mesmo o tombo de uma escada o levara a findar sua existência.
Por tanto é parecido o formato do fim de cada um é simplesmente dentro de uma caixa, bem feita ou simples, cara ou abonado pela prefeitura, isso não importa o importante de tudo é o fim, sempre parecido.
A luta da sobrevivência não é fácil, mas poderia ser diferente e como diferente!
E seria fácil, simplesmente fácil, muito fácil.
Simplificando.
Somente isto nada mais que isso!
O fato é que o vivente não pensa que esta vivendo dentro de uma vida, da vida que foi lhe dada e pensa em sobreviver de qualquer maneira e com isso faz perder sua vida.
Uns tentam até manter o corpo do vivente um pouco bonito por determinado tempo injetando alguma coisa dentro ou simplesmente fazendo óleos lustrosos para a pele do o que compram.
Tudo isto é uma imbecialidade, como juntar água em balaio, mas nada ainda vai mudar a não ser dentro do tempo certo.
A luta da sobrevivência tem de ser assim eis o formato criado por homens e com isso vai findando os que vivem a todo o momento e outros chegam a cada instante..
 É a luta da sobrevivência.










23 novembro 2011

Anotar de minha infância


 ANOTAR DE MINHA INFÂNCIA.
LEIA EM UM LIVRO.


Ainda era um mulécote, sei lá, quantos anos eu tinha, naquele tempo.


Sei que naquela época, éramos bem pequenos e então como nós estávamos morando em uma chácara, por nome de Pavões.

E como aquela chácara me deixou saudades, a se eu pudesse voltar o tempo, quem sabe eu não mudaria tudo e não seria outra pessoa.

Quem sabe não estaria em outro lugar, ou mesmo levando uma vida bem diferente.

“São tantas perguntas às quais eu nunca terei respostas, então vou vivendo assim mesmo, sendo o que sou, mas é bom lembrar-se dos tempos atrás, onde, ali naquela chácara, meu pai nos infernizava a noitinha contando seus” casos do passado.

         E não era somente meu pai que tinha histórias para nos contar, nossa mãe também saia de vez em quando com uma das suas.

E “minha avó então quando ia a nossa casa, ficava até bem tarde da noite, contando seus” “casos” e eram causo muito comprido, que dava sono em todos nós.

A história nunca terminava, o resto do caso ficava para o outro dia.

Sabe! Tinha casinho que a vovó começava em um dia e terminava em outra vinda em casa, de tão comprido que era.

Meus irmãos diziam; “será que ela não vai terminar aquela história, que começou naquele dia?” 

Ah, mais não dava outra, quando a noite chegava e ali estávamos todos na cozinha.

Que era iluminada por uma lamparina, de óleo vegetal e água, ela começava desde o começo da história.

Sempre tinha um para lembrar que ela já tinha começado o caso, então ela ia um pouco mais adiante.

Mais continuava comprido, que nunca terminava e teve história que ela começou, nunca soubemos o fim.

Pois com a morte dela jamais terminou seus casos.



20 novembro 2011

Justiça divina


 Justiça divina
Ando um tanto meio preocupado com tudo que acontece em minha cidade.
A cidadezinha em que nasci e vivo não passa de dezessete mil habitantes mais ou menos, por isso eu fico imaginando porque estamos largados como monte de lixo em porta de restaurantes nos fins de madrugadas.
Já viu lixo deixado em porta de restaurante ou mesmo de uma bolota, uma loucura os cães vêm e fazem uma lambuzança terrível, deixam sacolinhas por toda parte esparramadas.
Assim está acontecendo com minha gente humilde, estão sendo deixados pelas autoridades, que deveria ser como a faxineira que varre e amontoa o lixo colocando no saco, para que o caminhão retire levando para ser entupido.
Creio que bandido e malfeitores deveriam ser tratados como lixo sem aproveito, resto de concreto deixado para o dia seguinte, somente servindo para o entupimento de buracos.
Mas para nossa infelicidade isto não vem acontecendo, os malfeitores aumentam a cada dia e a justiça se cala, não fazem sequer um ataque demonstrando que estão em ação ou que mesmo existem.
Em uma pequena cidade como a nossa, onde o gato é amigo do cachorro do vizinho, não deveria jamais acontecer isso, pois todos conhecem uns aos outros e sabem direitinho que são até mesmo o que comem ou se passam fome, todos avaliam.
Com isso a norma deveria ser aplicada a todos os facínoras, levando os para seus devidos lugares que a justiça determina, mas os homenzinhos que ganham para fazerem estes trabalhos não passam de prestadores vagos que não honram suas vestes, pensam talvez em estar acima com suas fardagens sem trabalhar, quando somente para pronunciar que são da lei.
Um bandidinho que faz uma arrumação aqui ou ali e todos sabem que são estes bandidinhos e sempre estamos prontos apontá-los para os de fardas amarelas prenderem, mas dão uma volta e sabe lá o porquê não prendem os tais.
Infelizmente estamos nas mãos dos dois lados, daquele que vem arrancar o que ganhamos com muito sacrifício dentro do trabalho com muito suor e o outro que talvez participe com sua visão e surdez, ou quem sabem estão levando a sua parte.
Em uma cidade como a nossa, sendo pequena do jeito que é não deveria ter nem mesmo um ladrão de ovo, para fazer sua gemada, mas os homenzinhos de fardas deixam alastrando a cada dia que se passa.
Estes homenzinhos de fardas, infelizmente deixam a sociedade por descoberta, somente rodam gastando o que é dos pagantes.
Creio que entre estes machinhos devem ter bons, mas estão sendo adulterados por alguns poucos, ai a desordem aumenta e os malfeitores aproveitam.
Na Rua do buraco todos sabem que existem vários baderneiros e golpistas que para contrair sua droga, fazem grandes açoites em senhores de idade avançada tomando-lhes o dinheiro do jantar e os homenzinhos de fardas não estão nem aí.
     Não gosto de julgar, mas acho que estes da farda amarela recebem partes para fazer, o de conta que não viu nada e no outro dia os mesmos baderneiros safados estão na ativa.
Para nossa infelicidade não existe dito-cujo de coragem que assume e acabe com a palhaçada e derrube as duas partes.
Uma cidadezinha como a nossa, como já disse; nem uma discussão de vizinhos deveria ter, mas como não fazem o que está escrito cumprir, aumenta sempre mais.
Então sempre estamos dizendo que a justiça divina se cumpra, colocando tudo nas mãos de Deus.  
Até quando?

  




19 novembro 2011

O essencial é não baixar os braços


O essencial é não baixar os braços
  
Só progredimos na vida que desejamos se soubermos aprender com os nossos erros.

Os erros nos ensinam e nos leva a vitoria.

Não errar é impossível!

Quanto mais tentamos não cometer erros, mais podemos ter a certeza de que o faremos!

Assim, no dia a dia, é melhor adotar uma atitude descontraída e agir sem ter medo do fracasso.

É preciso ousar agir no sentido do caminho que queremos seguir.

Libertar-se através da ação.

Quando cometemos um erro, mais vale analisá-lo imediatamente para saber aquilo que não funcionou e compreender onde e quando optamos pelo caminho errado ou pela má decisão.

Permanecer humilde na vida é essencial.

Por que não reconhecer que erramos antes de culpar outra pessoa, as circunstâncias externas ou até negar que erramos?

Estas são as piores atitudes a tomar.

É importante analisar os nossos erros friamente e de todos os ângulos para explicar a falha que explica o nosso fracasso.

Isto acontece a toda a gente, não é uma catástrofe.

Não se trata nem de nos julgarmos, nem de nos atirarmos pedras, desvalorizar-nos ou pensarmos que somos incapazes de ter sucesso.

O essencial é não baixar os braços, reconhecer os nossos erros, ver por que falhamos… e aprender com isso!

18 novembro 2011

Lindos bichinhos carniceiros

Lindos bichinhos carniceiros
Cheguei um pouco mais cedo do trabalho, e como não sou muito de assistir televisão, mas não tinha nada mesmo para fazer, sentei no sofá peguei o controle e liguei, passa para um canal passa para outro ate que parei em uma reportagem da Record.
Não que estava muito interessado, mas vi que era uma reportagem da transamazônica, então continuei com o controle na mão e não mudei, deixei prosseguir ouvindo o repórter.
Não estava entendendo por completo a reportagem até que o repórter e câmera foram mostrar uma árvore que não me lembro o nome agora, sei que eles estavam em oito pessoas e gostou todos para abraçar a árvore por completo.
Comecei por ficar mais interessado com aquela reportagem e fui prestando mais atenção, quando percebi já estava com os olhos cheios de lagrimas e escorria em minha face.
Uma senhora e um senhor que dizia dentro daquela reportagem que uma árvore daquele tamanho os madeireiros pagam trezentos reais para tombá-la.
Meu Deus como o senhor esta demorando, como o senhor está deixando seu povo largado como carniça no pasto, senhor onde estás com suas promessas que os ajudaria, que salvaria; não!
O senhor está em seu lugar e não toma conta dos desgarrados; como disse que tomaria.
Uma coisa ruim, sem saber de onde surgia estava me corroendo por dentro, ali naquele sofá, eu tinha ódio, existia dentro de mim o desejo de vingar, de fazer algo para não ver tanto sofrimento.
Mas o que poderia ser feito, eu estando em uma distancia longa e sem ter nenhum poder nas mãos, como posso ajudá-los, a única coisa é estar fazendo o que sempre fiz. Pranto uma - arvorezinha aqui e ali, somente isso.
Quem deveria fazer alguma coisa e tem todo poder nas mãos e não fazem nada, se vendem por uns trocados para ficar mais rico, são os vagabundos nascidos nos ninhos feitos pela mão do lúcifer e estes não terão uma única chance.
O repórter percorreu por muito tempo dentro da transamazônica mostrando tudo somente sofrimento e desejos de pessoas humildes, eu acho que ninguém de fato tem coração de sangue, todos estão com ferro dentro do peito.
Estamos no tempo de digitação, onde todos pensam somente em se comunicar na base das teclas e ate mesmo as leis que criam, colocam em formato de arquivo dentro da evolução tecnológica  e não executam as mesmas no ajudar dos homens, fazem as leis disso ou daquilo somente para dizer que fizeram, nada mais que isso.
Dentro daquela reportagem um senhor da lei ainda tem a cara de pau de dizer que tendo dinheiro, fica difícil, ora essa! Um homem de lei dizer isto é muito pior que os que estão fora da devida lei, criada por eles.
Tudo que existe só têm dois lados, jamais enxergaram uma folha com três ou quatro lados, folha é folha assim as leis deveriam ter o sim e o não e não importa a quem.
Não que eu seja um carnífice, mas se fizeram o que fizeram colocando com palavras seus desejos, tem estes que executar custe o que custar.
Tudo é simples se quiser mesmo ser correto, honesto, fiel e ter vontade, mas não estes são vendidos facilmente por migalhas que irá ficar com sua morte.
Fabricam-se uma lei que diz não deve desmatar, pois a natureza sofre com isso, porque não fazer a lei permanecer.
Um que vive em troca do desmatamento, para sua riqueza não quiser para, simples deixa-o na lona, onde este não possa mais se erguer, tudo deve ser simplificado, basta querer, ou não faça leis que não se cumpra.


E um que diz que o dinheiro manda não tem nenhum caráter para ser um homem, deveria ter de morrido no ninho, assim são para todos que pregam com palavras ou escritos.
São homens vindos da parte, da majestade, senhor dos senhores, o majestoso “Satanás” que recebeu direito e poder vindo do próprio Criador Deus e este soberano demônio aplica seu poder em cima destes que não deveriam ter nascidos.
Mas nem pensem que ficarão sem suas pagas, estes na hora certa descobrirão que não deveriam ter feito o que fizeram; cegar seus irmãos de raça.
Assistindo a reportagem da transamazônica me senti tão triste e angustiado e pensei quem deu inicio na grande obra?
Será que ainda esta no meio de nós?
Eu não sou muito ligado a saber de histórias, como saber quem foi o fundador da capital tal.
Ou será que quem iniciou aquela grande obra ainda usufrui o ganho que obteve no inicio.
E se existe outra vida após essa, de onde está, percebe o tanto que fez mal a muitos em troca de barrela.
Os acontecimentos me deixam muito deprimido, por saber que vivemos num mundo de mentiras e de tapeações, e é em todos os sentidos, desde uma pregação de ensino até mesmo em uma lei que os homens do poder fazem e não sabem como vão executar, escrevem e pronto, deixam para os imbecis tentar compreende-las e fazer o julgamento.
Os cínicos em troca de dinheiro fazem o julgamento dizendo que há uma brecha deixada dentro da lei e esta brecha não permite condenar o réu.
Pode ser que tenha até algum que queira cumprir, mas vai ao soberano e este joga por terra, para a desventura dos pobres mortais que esperam resultado.
Seria bom se tivessem feito a transamazônica para unir os povos, mas além de não terminá-la, ainda deixaram a favor da desigualdade.
Nada adianta eu ficar tentando mudar a charlatanice  que existe nos homens, mas tudo tem um tempo e este tempo não tarda, por tanto fiquem com seus belíssimos viveres bem e quando estiverem beirando o último suspiro, façam força e pedem para colocá-los dentro da urna, vossos bens.
Poderão precisar do outro lado, pois talvez lá não existam tais coisas e não se esqueçam de pedir o montante que retirou de uma condenação não cumprida.
Vossos bens valem muito mais que a compreensão, a sabedoria, seu estudo, seu discernir, sua inteligência, sua capacidade e acima de tudo seus bens valem muito mais que o amor, por tanto não deixem para traz leve os tudo timtim por timtim e aproveitem o máximo.
Mas não se esqueça que ao acabar sua carne será comido pelos lindos bichinhos carniceiros, redondinhos de sua gordura restando os cabelos e os ossos para o coveiro queimá-los depois......................